segunda-feira, 11 de abril de 2016

Nova Zelândia

A Nova Zelândia é um païs sensacional. Arrisco inclusive rem dizer que foi um dos païses que mais gostei de visitar. Com paisagens lindas, uma população educada e respeitosa. Visitamos as 2 ilhas do país em 11 dias e foi muito corrido! Creio que 20 dias é uma quantidade de dias ideal.


Sim! Sao 2 ilhas e bastante coisa pra visitar! Eh bom pesquisar um vôo para poder visitar o norte e o sul.

Uma forma simples de se viajar pelo país é alugar um carro com barraca ou um motohome. O motohome foi descartado, pois o custo saia muito elevado para 2 e o carro com barraca eu descartei a ideia, pq de noite tava fazendo um friozinho (5c) mesmo sendo setembro.

Pegamos um vôo pela empresa Qantas de Sidney para Auckland. No aeroporto vários sinais com `Kia ora` lïngua local indigena que significa bem-vindos.

A imigracao foi demorada e rolou revista de comida, é proibido entrar com qualquer comida mesmo vindo da Austrália.

No próprio aeroporto compramos um Chip 19 dollares 500gb da Spark. Internet no país é uma coisa meio difícil, mesmo alguns hoteis não possuem wi-fi. Mesmo com este chip locais ao longo do país em vários lugares não pega sinal (assim como o rádio do carro). Por isso, eh bom ter o app no celular chamado `here` e baixar os mapas que nao depende de internet.

Um ponto interessante de ter o chip da Spark eh que das cidades existe sempre uma loja, ponto de ônibus ou cabine de telefone público que tem acesso free de wi-fi.

Supostamente Mc Donald's, burger king e wendy's ( que possuem várias promoções por 5 dollares) teriam WiFi free, mas não funcionou. 

Ficamos em um hotel perto do aeroporto de Auckland que busca e leva para o aeroporto, chamado Silver Points, como era tarde deixamos para o outro dia alugar o carro e conhecer a cidade.

Dia 1 
Alugamos um carro bem velho roxo na Apex por 35 dollares nzd o dia com seguro. Não tivemos nenhum problema com o carro e super recomendo a empresa! Apenas uma observação interessante é bom cotar também carro com combustivel diesel, pois a gasolina eh o dobro do preço. Nao alugamos GPS e usamos o app here que comentei ai em cima.

Demos uma volta de carro em Auckland e tomamos a estrada para o Matamatá visitor center, 2h de estrada e 2 pedágios. lá visitamos o Hobbiton set movie (79nzd) foi carinho e a visita dura 2h, a parte mais interessante do tour eh beber uma cerveja no bar da cidadezinha cinematografica.- podia ser mais parecido com a Disney com gente fantasiada e mais interação, mas gostei da visita / fora alojinha de souvenir que tem muita coisa interessante. Na cidade que fica o visitor center paramos em um pizza hut que tem uma promoção de pizza média por 5 NZD.

O legal da estrada que passamos era ver a quantidade de vacas e ovelhas nos lindos campos verdes. Essa paisagem se repetiu diversas vezes tanto no ilha norte quanto sul e em alguns locais também existiam terras com viadinhos.

Depois seguimos mais 2h de viagem para Rotorua. Na cidade nos hospedamos Crash Palace backpackers que passariamos 2 noites no local. Além da equipe ser simpática e agendar vários passeios com descontos reais, eles dão dicas de atividades free que aproveitamos para conhecer no local.

Ainda no mesmo dia fomos no supermercado Pack n Save (fizemos comprinhas básicas com comidas para levar conosco para os passeios) e no Kuirau Park que foi bem interessante mesmo já sendo de noite. No park existem vários lagos (não é para entrar na água) com água fervendo com uma fumaca bem fedorenta (cheiro de enxofre). A agua fica aquecida com a atividade sismica local.

Dia 2
No dia seguinte fomos no Wai o Tapu (32,5 nzd) que apresenta um Show 10h da manhã de uma explosão geotermica + Park + mud pool. Essa explosao eh programada para acontecer todo dia nesta hora, pois eles acrecentam material quimico em um buraco no park.  A trilha pelo park dura 1h30 e tem uma piscina chamada champagne é que é bem legal.

De lá fomos no Kerosene creek águas termais (free), uma experiência bem legal, uma pequena cachoeira com águas quentes no meio da mata. Como tava frio não esperavamos entrar, mas chegando lá foi imperdível e fui de roupa mesmo.


No caminho de volta para o hostel passamos pelo Waimangu volcanuc valley não entramos (paga para entrar no park cerca de 30nzd), mas vimos a vista que eh linda!


Após nos trocarmos fomos no Te Papaiouru Marae monumento que é um tributo indigena cheio de fumaça geotermica. Em seguida fomos no Redwoods park trilhas de 30min ate 8h, opções de trilha de cavalo, Bike e com cachorro. O park é lindo e recomendo deixar uma manhã para fazer uma trilha no local. As árvores são gigantescas e impressionates.

Pegamos o carro e fomos para a divisa entre Blue lake e green lake se o dia estiver ensolarado realmente dá para ver a diferença do tom das aguás.


Pela noite fomos no Okere falls que é uma hidroelétrica desativada e de lá é possível fazer uma trilha para uma caverna que dá para ver vermes cintilantes, os glowwarmers. Existem vários passeios pagos para ver isso, mas buscamos este que era free. Vou te dizer que fiquei com medo de fazer a trilha de noite apenas com o Vinicius.

Na primeira noite que dormimos na cidade tentamos fazer o passeio e não achamos a entrada da trilha por ser bem escuro de noite. Por isso, na segunda tentativa chegamos para a trilha antes de anoitecer, cerca de 18h, a trilha é rápida, 15 min, e você chega na caverna. Esperamos até 20h dentro da caverna para começar a ver os vermes. Mas quando realmente ficou escuro foi de arrepiar! Maravilhoso! O melhor é que no caminho de volta a floresta inteira é tomada pelos vermes e tudo fica cintilante. Nesse dia apenas encontramos um grupo de alemães fazendo a mesma coisa.

Depois de passar um friozinho nessa aventura fomos na loja Farmers e compramos meias de lã.

Na cidade de Rotorua deixamos de fazer Te Puia (50 nzd entrada sem direito a show/desconto do Hostel), rafiting (85nzd para 1h), e bola humana (25nzd por corrida), mas fica para outra visita.

Dia 3
No dia seguinte ainda em Rotorua fomos no Governments Gardens e pegamos a estrada para o Hukafalls (2 vezes ao dia a represa abre e é possvel ver o rio enchendo, fomos 11h), Huka honey hive, Aratiatia (pequena trilha para ver a correnteza do rio). 

Continuamos na estrada e passamos pelo Lake Taupo e dá para ver o Monte Ngauruhoe. Nesse dia andamos bastante de carro e passamos pela cidade Tauranga costeando a orla até Tairua. Por fim, chegamos em Hot water beach. Nesse caminho é preciso prestar atenção em postos de gasolina, pois perto de Hot Water Beach quase não existe.

Chegamos para o por do sol em Hot Water Beach e para a nossa surpresa a maré estava cheia e a região de areia quente de tarde fica submersa.

Dormimos em Whitianga em um camping que também tinha acomodação. Para a nossa surpresa tinhamos que ter levado nossa roupa de cama. Existem muitos campings/acomodações que exigem que se leve a roupa de cama, toalhas, e utensilios de cozinha (o pior é que não são baratos). Esse esquema de camping as vezes não tem wi-fi e o banheiro costuma ser único e um pouco longe do quarto.

Dia 4
No dia seguinte fizemos a trilha para uma praia chamada Cathedral Cove, demorou cerca de 1h30 para ir e voltar. O local é bonito e valeu visitar - na praia existe uma formação rochosa que parece uma igreja esculpida e por isso o nome.

De lá voltamos para o Hot water beach, que foi bem frustante, como era sábado estava cheio e faicha de areia quente estava lotada, além de ser bem pequeno o espaço. Uma observação importante para viositar o local é levar sua própria pá para cavar seu buraco na areia (coisa dificil para um mochileiro), ou improvisar com uma pedra pq a areia do local eh bem grudada.

Uma coisa bem local da Nova Zelandia são os Trust box, agricultores locais colocam frutas, legumes e ovos à venda em pequenas tendas na beira da estrada. Quem quiser para o carro escolhe o que levar e coloca o dinheiro em uma caixinha, não existe ninguém atendendo durante a venda. Quando estavamos nessa regiao passamos por algumas.


Voltamos para Auckland deixamos de vistar por dentro o museu de Auckland (25nzd), mas fomos no winter Gardens do museu que era free, assim como fizemos outras atividades sem custo: Albert park, galeria de arte de Auckland, victoria, Albert st., Skytower (não subimos) e skyscreamer (nao fizemos), fish market (muito interessante o local por ter sido revitalizada a região) que possui um Park com vista para a habour bridge. Por fim, ainda na cidade fomos no MT Eden que é possível ir de carro até o topo e de lá dá para ver a vista cidade e o mount eh a boca de vulcão desativado! Achei o máximo! Aproveitamos o por do sol e devolvemos o carro no aeroporto.

Pegamos um vôo para Christchurch tarde da noite e pegamos nosso carro da Go Rentals. Depois de uma rápida parada para comprinhas no mercado ountdown - que possui um cartão fidelidade em catálogo que dá descontos / aproveite para comer o sorvete Tiptop. Uma coisa legal de alguns mercados na Nova Zelândia (assim como na Austrália) alimentos com prazo de validade para vencer possuem sessões específicas nos mercados e os descontos são incríveis! Do mercado fomos para nosso hostel YMCA na cidade de Christchurch.

Dia 5
Pela manhã pegamos a estrada para Arthur's Pass, deixamos para visitar Christchurch quando voltassemos. O caminho é lindo! E tiramos muitas fotos! Dá muito dó de pensar que a geleira do local está se acabando e no caminho viamos rios rasos que antes eram gigantescos.

Paramos no Castle Hill o local é cenário do `senhor dos anéis` e fizemos uma pequena caminhada.

Fizemos uma parada em Hokitika beach, no local tem a atração para se ver verme cintilantes de forma free, mas como já tinhamos visto não nos interessou e no centrinho existem lojas de souvenir e fish and chips. Ficamos um tempo sentados na areia da praia e aconteceu algo que eu não esperava... uma onda me pegou e fiquei ensopada. Mas como o carro tava perto e com a mochila troquei rapidinho de roupa e continuamos na estrada.


No caminho passamos por cidades micros como: Ross, Hari hari e Whataroa e demos a volta no Mount Cook.

Nos hospedamos no Monterose Hostel, na cidade de Franz Josef, o hostel era ótimo novo e barato.- além de incluir sopa de janta e café da manhã. Assim como os donos que são argentinos tinham um cachorro São bernardo gigantesco e muito gostoso.

Nesta cidade são oferecidos inúmeros tours como passeios de helicóptero e caminhadas nas geleiras. O Vini queria fazer Ice explore da franz Josef glacier, mas estava lotado mesmo em baixa temporada é preciso agendar com 2 meses de antecedëncia (demos mole).

Dia 6
No dia seguinte planejamos fazer a trilha de 8h pelo Alex Knob. Chegando no lugar do início das trilhas não encontramos o início. Somente voltando de outras trilhas que acabamos fazendo descobrimos que está trilha se iniciava em um estacionamento anterior.

Resolvemos fazer a Peters Pool (25min) e depois continuamos pela trilha Roberts Point track (5h de caminhada). No entanto, fomos somente até a Douglas Bridge, pois logo após existia um córrego que estava cheio e difícil de passar (molhei todo o meu pé e desistimos - com o frio q tava fazendo não valia andar com o pé molhado).

Voltamos para a trilha tradicional de 1h30 da glacier valley walk que tem uma vista incrível! Super valeu ir nesta trilha.

Pela tarde fomos em outra trilha a do Fox glacier de 1h que também foi bem legal. Pela noite aproveitamos nosso hostel e conhecemos pessoas incríveis a Karin (suiça) e Anielle (brasileira) que estavam fazendo uma volta ao mundo juntas e a Mariana (brasileira) que estava de férias da faculdade na Austrália e viajando sozinha. Ao longo dos próximos meses nos falamos e trocamos dicas de viagem (inclusive encotramos com a Karin na Tailändia).

Dia 7
Começamos o dia com outra caminhada para o Aoraki point view e Lake Matheson. No caminho passamos por Haast e Jackson bay, lake hawea e wanaka city, até chegar em Queenstown. Nesse dia fizemos  bastante estrada e é importante ficar de olho no tanque de gasolina do carro, pois em diversos momentos a estrada é longa e sem postos para parar (sem cidade ou comércio no caminho).

A cidade Wanaka é uma graça, almoçamos no local. De lá é possível fazer várias trilhas e se tivessemos com o cronograma menos apetado valeria fazer.

No caminho para Queenstown, saindo de Wanaka existem vários point views de quebrar o queixo e vale parar para tirar fotos.

Chegando em Queenstown nos hospedamos no Haka lodge que atendeu as expectativas e ainda antes de escurecer fomos fazer a trilha dos Hills. A caminhada dura 1h30, e um pouco intensa por causa da subida, e vimos o por do sol de lá. No topo se tem a vista de Queenstown, assim como de outras montanhas ao redor e é muito bonito, ainda na trilha encontramos com algumas cabras selvagens que estavam em cima de árvores kkk

Pela noite ainda fomos na  Shotover St, com várias lojas e restaurantes. A Nova Zelândia não tem uma culinária característica e tem muita influëncia da Inglaterra e USA. A cidade oferece vários esportes radicais que possuem lojinhas nesta rua como bungee jump (200nzd) e snowbord (não estava na temporada). Mas prepare o seu bolso, pois os custos são bem elevados. 

Dia 8
Pela manhã em Queenstown fomos no Lake Esplanade, Real Journeys e Queenstown Gardens. 

Continuamos dirigindo até chegar no Parque natural de Milford Sound (no caminho passamos pelo maior túnel da Nova Zelândia), um fiorde espetacular. O melhor ponto para tirar foto no local é no Real Journeys - Milford Sound. De lá saem passeios diários de barco e muitos se hospedam na cidade que é muito pequena. Durante toda a viagem o dia estava ótimo, mas quando chegamos na região de Milford Sound após o túnel parecia que tinhamos entrado em outro país estava super frio e com uma mistura de chuva forte com neve.

Passamos pelo fiordland national park, fizemos a trilha do Key Summit Track (1h30 e no topo existem catálogos que vocë pode ler sobre a vegetação local), passamos pelo lake mirror, Egliton valley foto no Point view (nesse ponto existem outras trilhas para serem feitas) e dormimos na cidade de Te Anau no camping Te Anau Lake View Holiday.

Dia 10
Nesse dia visitamos Gore (cidade pequena) e fomos em direção de Cúrio bay (local com leão marinho, golfinho e pinguim e árvores fossilizadas na beira da prias). Existem pequenas trilhas para as praias. Como não era época da reprodução vimos apenas pinguins, mas no verão as praias ficam lotadas de leões marinhos.

Seguimos para Dunendin, região do black Swan (existem mesmo cisnes negros nos lagos), na cidade visitamos a Fletcher house, chinese garden e o albatross visitor center. Neste centro de albatroz, tem um pequeno museu e é posível fazer tours para se aproximar de pinguins ou os ver do mirante. No mirante além de pinguins conseguimos ver um leão marinho. Também é interessante levar biscoito e alimentar os pássaros que são milhares no local.

Seguimos a estrada e fomos dormir em Oamaru no Riverside Haven Lodge. Adoramos o lugar que é um hotel fazenda com vacas escocesas (um bnb familiar super arrumadinho).

Dia 11
Pegamos a estrada fizemos alguns minutos da trilha Vanished world trail, que é possível ver fósseis, passamos de carro pela hidroelétrica do waitaki, também passamos pela pequena cidade de cidade Twizel, Ruatanwha Lake, Pukaki lake (muito lindo e vale tirar muitas fotos! Não dá para perder!)  e fizemos a trilha do visitor center do Mount Cook para o Tasman lake (30min para a ida e para a volta). No visitor center existe um pequeno museu e mapas para trilhas. Neste dia outras trilhas estavam fechadas por causa de uma nevasca, mas vale ficar hospedado próximo e fazer outras trilhas passando 1 dia inteiro no local.

De lá iniciamos o caminho de volta para Christchurch e passamos pelo Tekapo Lake.

Em Christchurch deixamos de visitar o Canterbury Museum que é Free e o Air Force Museum of New Zealand também free (mas muito longe). No entanto, na cidade visitamos a Cathedral junction stop, Hagley Park com botanic garden e passeio de gondola no avon river, o Restart shopping de containers, Cathedral square, 185 white chairs (monumento em homenagem a mortos em um terremoto) e catedral de transição.

Para outra viagem nesse país deixaremos para visitar: Kaikoura melhor ponto de observação de baleias; Akaroa local que se pode nadar com golfinhos; Mount Sunday lugar de filmagem do `senhor dos anéis`.

Com certeza volto na Nova Zelândia algum dia em minha vida! 






segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Edimburgo - Escócia

Gostamos muito de Edinburgh e com certeza voltaremos algum dia no local!
Chegamos em Edinburgh de ônibus e nos hospedamos em bnb na Roseburn St. 

Achamos a localização do bnb muito distante do centro da cidade - recomendaria procurar um Hostel mais perto. Mas os valores de hospedagem na cidade são muito elevados.
Inclusive nosso ônibus nos deixou na estação Haymarket que era mais perto do bnb.

No primeiro dia na cidade fomos fazer compras no LIDL e visitamos o grassmarket e a cowgate st que é a região de bares na cidade.

No dia seguinte fizemos um free walking tour  que nos levou para pontos famosos da cidade como o grassmarket, arredores do Dublin Castle e o Greyfriars Tolbooth & Highland Kirk. Assim como conta a alguns momentos da escritora de Harry Potter na cidade (como os cafes que ela ia para escrever o livro e o cemiterio que tirou os nomes de seus personagens).

Depois visitamos: George st, Princes st, Multrees Walk, St James center, Calton Hill, princes Mall, Scott Monument e St Giles' Cathedral.
Pela noite fizemos o free ghost tour que não foi tão terrível assim.

Para finalizar o dia vale ir no bar Frankenstein que a cada alguns minutos o Frankenstein aparece. O interessante é que o bar fica dentro de uma igreja antiga.

Para o terceiro dia na cidade marcamos visita no parlamento free (agendado online) e foi bem interessante. De lá Arthur's Seat que é uma subida bem íngreme e com uma linda vista para a cidade.

Seguimos para outro extremo da cidade no Castelo de Edinburgh e fizemos o tour guiado do museu e lá visitamos todas atrações como prisão, museu do exército, jóias da realeza, aposentos da realeza, disparo das 13h, etc. 

No Castelo compramos um ticket que dava direito a muitas atrações pelo país chamado The National Trust for Scotland - usamos o cartão ao longo de toda a viagem.

Próximo a entrada do castelo fica o Tartan Weaving Mill que é um mercado de artesanato do país e vale a visita apesar dos preços salgados.
A rua Royal Mile pela tarde/ noite fica cheia de artistas de rua e é bem interessante. Assim como nela estão as principais lojas de souvenir.

Para o quarto dia na cidade fomos no museus free que são: Scottish National Gallery, Museum on the Mound, National Museum of Scotland (gigante), Museum of Edinburgh e The People's Story.

Deixamos de visitar o Camera Obscura & World of Illusions, The Scotch Whisky Experience, Palace of Holyroodhouse (super caro), botanic Garden, The Real Mary King's Close (parece bem legal - e é um underground guided tour) e o The Edinburgh Dungeon.

Além de cerveja, wisky e peixe com fritas, na Escócia se come um café da manhã tradicional com ovos, bacon salsicha, feijao e black puddin (sangue de boi), nao faz muito o meu gosto 9nao como carne vermelha), mas quem for deve provar.

No último dia em Edinburgh alugamos um carro e fomos conhecer os arredores da cidade até o Hadrian's wall na divisa com a Inglaterra.





Belfast - Irlanda do Norte

Chegamos de carro em Belfast e nos hospedamos no Jurys Inn Belfast que foi um dos hotéis mais baratos que pegamos em toda a Irlanda e Irlanda do Norte (média de hotéis 70 dollares e este estava 60 dollares - mesmo sendo final de semana). O hotel é moderno e confortável, mas não tem estacionamento - isso não foi um problema, pois era final de semana e algumas ruas ficam ser cobrar taxímetro.


 Mesmo chegando tarde/noite conhecemos a cidade vimos a ópera, o City hall, Bigfish, Albert Memorial Clock, Lagan Weir (ponte iluminada dá pra ver o Belfast waterfront), no shopping W5.



Como já estava fechado não entramos no SS Nomadic e Titanic Belfast. De lá voltamos andando pra St Anne's cathedral e na commercial CT (rua de bares) que fica o famoso Duke of York. Nas ruas da cidade existem vários murais pintados, sendo uma característica bem peculiar.



No dia seguinte fomos rapidamente no st George's market, na universidade Queen's e no Belfast Castle. O castelo é belíssimo e serve como casa de festas, no entanto está aberto para a visitação sem custo seus jardins e assim como o café.



Fica para outra visita na cidade visitar a Crumlin Road Gaol, pois tínhamos ido em uma prisão em Dublin. Também deixamos de ir no Victoria Square Shopping Centre e no botanic Garden. Assim como existe um passeio que é famoso na cidade é o The black Cab que é uma excursão particular em um táxi preto pela cidade. Como nossa visita na cidade foi muito rápida ficamos com gostinho de quero mais.


Glasgow - Escócia

Chegamos em Glasgow em um vôo da Ryanair que custou apenas 10€ vindos de Dublin.
Para chegar no centro de Glasgow compramos um ticket de ônibus na central de atendimento do aeroporto que custava 10£ e nos deixava uns 3km do nosso bnb. Na cidade pegamos um ônibus para perto da universidade onde ficamos hospedados.

Na central de atendimento do aeroporto fomos super bem recebidos e nos deram várias dicas de locais para visitar, um mapa e o melhor ônibus para chegar em nosso bnb.

Como chegamos cedo aproveitamos bastante este dia, pois no dia seguinte planejamos pegar um ônibus para Edimburgo nosso próximo destino por 10£. Apesar de corrido em um dia e meio foi possível conhecer bastante da cidade de Glasgow!

Em Glasgow começamos pela Glasgow Cathedral, ao lado fica a necrópoles que é gigante.
De lá andamos até o Winter Gardens (é possível visitar internamente sem custo), após um breve passeio no park Glasgow green fomos para a St Andrew's Cathedral.

Em seguida caminhamos para Glasgow City Chambers e fizemos um tour guiado sem custo. Ali perto fica a Gallery of Modern também free.

Também fomos na Buchanan St que é uma rua de pedestre cheia de lojas, restaurantes e artistas de rua, onde fica o principal movimento da cidade. Outra rua interessante de se andar é a Sauchiehall St. (na parte de pedestre).

De lá corremos para o Riverside Museum: Scotland's Museum of Transport and Travel (que fechava as 17h). O pouco que vimos do museu nos agradou bastante (tb free).

Apesar disso tudo o dia ainda tinha acabado fomos no The Tall Ship at Riverside até o super moderno hotel Hilton.

Caminhamos mais um pouco até o jardim botânico que estava lotado, mas infelizmente o Kibble Palace e outras partes fechadas do jardim estavam fechadas (o dia tinha bastante sol e julho, mas as areas fechadas do jardim botanico fechavam 17h.

Jantamos no Philadelphia Fish & Chicken Bar que é uma delícia (muito perto do nosso bnb), mas como é 'to go' caminhamos pela kelvin walkway e comemor no park. Essa regiao fica perto da universidade e eh facil encontrar algum lugar para comer.

No dia seguinte fomos na St Mary's Cathedral (tem uns horários de visitação super pequeno), em seguida fizemos um tour pela Mackintosh House que é free (foi super interessante), ao lado entramos na universidade de Glasgow e vimos uma exposição sobre a evolução da medicina no the hunterian (museu).

Caminhamos até o Kelvingrove Art Gallery and Museum que é free, gigantesco e todos os dias às13h tem um recital de música clássica. Na frente do museu fica a cervejaria famosa BrewDog (tb tem em Edinburgh onde fomos).

De lá voltamos pro nosso bnb pegamos as malas e caminhamos até a estação de ônibus que no caminho tinha a Chinatown da cidade.

Deixamos de visitar na cidade: House For An Art Lover, Pollok Country Park e The Glasgow School of Art (o tour é pago). Fica pra outra visita na cidade...

Gostamos de Glasgow pq ela é muito cultural e movimentada com a universidade, mas em si a cidade não é tão bonita.


Dublin - Irlanda

Passamos 4 dias em Dublin. Chegamos na cidade em um vôo da Rayanair e pegamos um ônibus para o centro de Dublin por 8 Euros.

Nos hospedamos no The Holyhead Hostel que é de um casal croata simpático, mas achamos muito ruim o local por ser uma casa velha e mofada, sem falar no banheiro ser imundo!
Depois de 2 noites mudamos para o kinlay house Dublin que era muito limpo e ainda tinha café da manhã. Super recomendo o lugar.

Após viajarmos pela Irlanda nos hospedamos um pouco mais distante do centro de Dublin no Marilyn Manson que tinha vaga de carro. Para este Hostel é preciso fazer reserva pelo site do Hostel para ter direito a café da manhã e estacionamento. Não recomendo o local por ser distante para ir a pé para o centro e a casa também é bem velha.

Na cidade no nosso primeiro dia fizemos questão de conhecer a região do Temple bar - um chopp custa em torno de 6€ e na maioria dos bares fica um cardápio exposto no lado de fora.

Nos 2 dias seguinte conhecemos a cidade como: a cervejaria Guinness (20€,  mas se comprar pela internet e para um horário de manhã sai mais barato), Garden of Remembrance, botanic Garden, Glasnevin Cemetery, St Patrick's Cathedral (tem que pagar pra entrar), City hall, St Stephen's Green, Trinity College Dublin (para entrar é free, mas se quiser fazer tour guiado é 12€, incluindo a biblioteca), Science Gallery Dublin (free e só abre pela tarde), National Gallery of Ireland (free), matinal museum of Ireland - Natural History Museum and archaeology (free), Famine Memorial, Jeanie Johnston Tall Ship e Ha'penny Bridge.

Vale comprar o cartão  de turismo OPW que dá direito a visitar sem custo os locais que tb fomos: Castelo de Dublin, na cadeia kilmainham Gaol, st mary's Abbey,St. Audoen's Church, entre outros ao longo de toda a Irlanda. Mas se a ideia for apenas ficar em Dublin o custo benefício não é tão bom. Apenas para Dublin existe o Dublin Card que também dá desconto em atrações, mas não compramos este.

No ultimo dia na cidade visitamos Milahide (castelo) e Howth (Região costeira com farol). Fomos de ônibus, tínhamos comprado um passe de ônibus que não entendemos até agora como funciona, compramos um cartão pré-pago para cada um no mercado Tesco... Só sei que perdemos dinheiro... Parece mais simples pagar na hora pro motorista.

Uma região legal de visitar é onde fica a george's street, market arcade, o shopping e powerscourt center e grafton street (de pedestre e cheia de artistas de rua).

Uma loja tambeém legal de visitar em Dublin é a de souvenirs Carroll's que dá super vontade de comprar um monte de coisa!

Como é bem caro sair pra comer em Dublin vale aproveitar algumas promoções de pratos prontos do Tesco, Spar, LIDL, Aldi e SuperValu. Também existem lojas de 1 ou 2€ em muitos locais como: Euro 2 e Eurogiant.

Deixamos de visitar na cidade os pontos: Poolbeg Lighthouse, Phoenix park, Old Jameson Distillery e Irish Whiskey Museum. Mas ficam pra outra visita.




Alugamos um carro na Avis e visitamos outros pontos da Irlanda.

Entre o pontos de passeio de carro estào: ponte de cordas carrick-arede (vale ir), Barryscourt Castle, Charles Fort (mt legal), Ross Castle, Jerpoint Abbey, Hill of Tara, brú na bóinne (local que mais gostei de visitar), Cork e Castelo Blarney, Giant`s Causeway, (imperdível), Kilkenny cuty (vale ir) e Clifes of Moher (relamente é legal visitar).

brú na bóinne 



Florença - Itália

Chegamos em Florença de trem vindos de Roma (20€ - usamos uma promoção que existe aos sábado pela Alitalia que é o custo pela metade) e nos hospedamos no Hostel Plus Florence.
Florença foi a última cidade de nosso roteiro. Confesso que nessa última etapa estávamos um pouco tristes, pois o sonho estava se finalizando, mas felizes por termos visitado tantos lugares maravilhosos e conhecido pessoas incríveis!

Apesar do Hostel não ter cozinha, o quarto era muito bom e tinha um restaurante barato, academia, sauna e piscina.

No dia seguintes visitamos as cidades Lucca e Pisa. O ticket custou 12€ e sai mais barato ir para a estação Pisa San Rossore e no caminho parar na baldeação de Lucca. O retorno pode voltar da estação central de Pisa para a estação central de Florença (cerca de 10€).

Achei Lucca uma gracinha e visitamos os pontos: Saint Pietro Gate (é legal caminhar pela muralha), Duomo di San Martino (tem que pagar para entrar), Chiesa di San Michele in Foro, Guinigi Tower, Piazza dell’Anfiteatro, Via Fillungo, Palazzo Pfanner, Basilica di San Frediano e como era domingo estava tendo uma feira medieval na cidade. Aproveitamos para comer uma fatia de pizza Margherita em um dos restaurantes locais.

Pegamos o trem para Pisa em seguida e achei o máximo a Torre de Pisa mesmo sendo tão pequena. É muito engraçado ver tanta gente tirando fotos desajeitadas com a torre.
Para ir na catedral de Pisa é preciso pegar uma senha e não tem custo, porém para ir na torre, museu, camposanto e battistero o valor é de 28€. Os ingressos para a torre são limitados e em dias de movimento podem se esgotar.

Uma dica é comprar souvenirs no Largo Griffi Cocco que possui preços mais baixos (atrás do camposanto).
Ainda na cidade visitamos Knights’ Square, Borgo Stretto, corso Itália (rua cheia de lojas) e Piazza Vittorio Emanuele II.
De lá pegamos na estação central de Pisa o trem de volta para Florença.

Pisa

No dia seguinte em Florença fomos no free walking tour sobre o renascença. O tour foi bem informativo e mostrou muita coisa sobre a arquitetura da cidade, porém o tour era feito por um senhor não muito simpático. Pela tarde também existe um tour sobre a família Medice que não fizemos.

Visitamos pela cidade: Pitti Palace, Basilica di Santo Spirito, St Trinity Bridge, ponte Vecchio (cartão postal da cidade e cheia de lojas de Ouro), Loggia dei Lanzi, Palazzo Vecchio (tem uma exposição free sobre o crescimento da cidade), Piazza della Signoria, fonte de Netuno, Mercato del Porcellino, Borgo dei Greci, Basilica of Santa Croce in Florence, Basilica of Santa Croce (precisa pagar para entrar - lá está o túmulo de Michelangelo), Biblioteca delle Oblate (entrada free com frescos de artistas famosos), Chiesa e Museo di Orsanmichele (museu free com uma vista bonita da cidade), Piazza della Repubblica, Cattedrale di Santa Maria del Fiore (a igreja é free, mas para subir no duomo e ir no batisttereo é preciso pagar), Basilica di Santa Maria Novella (tem que pagar para entrar, mas durante cerimônias é free), Cappelle Medice (tem que pagar para entrar), Basilica di San Lorenzo (para ir na basílica é preciso pagar, mas estava tendo uma exposição sobre arte sacra e era free - ali está o túmulo de Donatello) e ao lado de fora da basílica fica o San Lorenzo Market.

Um local legal para experimentar comidas típicas é o central market florence que além de variados restaurantes é um dos poucos lugares que tem banheiro público na cidade.
Outros locais para se comer são: a food truck de lampredotto (sanduíche de tripa de porco) ao lado da pizzerie toto, a lojinha de sanduíches Idue Fratelluni in Firenze, o restaurante self service Leonardo (via dei percori) e a gelatteria  Perche.

No supermercado também se vende a cerveja Da Vinci.

Assim como em Roma os bares fazer happy hour com buffet liberado com a compra de um drink.
Na Via dei Calzaiuoli dá para fazer comprinhas e visitar a loja de departamento Coin (também com banheiro público).

Ficará para a próxima visita na cidade ir no The Boboli Gardens (12€ e fica muito bonito na primavera) e nos museus: museu da Gucci, museu do Salvatori Ferragamo, Uffizi gallery e Florence Academy of Fine Arts. Acho que vale pesquisar o Firenze Card que dá desconto em algumas atrações.

No dia seguinte perambulamos mais uma vez pela cidade, fomos no Cascine Park e nas muralhas da cidade (não se pode entrar), via San niccolo, Piazzale Michelangelo (a estatua na praca é uma réplica muito bem feita), Abbazia di San Miniato al Monte e Ponte alle Grazie.



Pela tarde pegamos o trem na Stazione Firenze Campo di Marte para Roma.

Deixamos de visitar a cidade de Siena que fica próxima de Florença e é um ótimo day tour feito na região.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Bolonha - Itália

Chegamos pela noite em Bolonha e diferente de Roma ou Nápoles a cidade ficava bem fazia pela noite (em dia de semana).
Nos hospedamos no My room Old Town que era bem posicionado e com instalações novinhas. Supostamente com café da manhã, mas que na verdade era disponibilizado bolachas e bolinhos o dia todo.

Ainda pela noite demos uma volta na cidade e tivemos dificuldade de encontrar algum lugar aberto 22h (tirando o MC Donald e burger king), acabamos jantando um sorvete na sorveteria Gianni.

No dia seguinte fomos em Parma e Modena. Basta comprar 1 ticket para Parma (6€ / cerca de 50min) e uma vez validado o ticket dura 6h e você pode parar quantas vezes quiser ao longo do caminho. Lógico que é preciso comprar o ticket da volta.

Em Parma fomos no Parco Ducale, palazzo della Pilotta que dentro fica o teatro farnese (3€) e foi legal a visita, Piazza della pace (mostra o castelo com pedaços em ruínas), catedral de Parma, Piazza Giuseppe Garibaldi (estava tendo uma feira de natal) e lá almocamos no restaurante self service magnosfera (massas e pizza da casa) - com o vinho local Lambriscos. Lá é preciso pagar uma taxa de serviço de 1,5$.

Parma:

Durante o inverno as visitas guiadas na fábrica de queijo Parmigiano Reggiano devem ser agendadas com antecedência e custam cerca de 10€, no entanto em outras épocas existem tours guiados com frequência e sem a necessidade de marcar. Assim não tivemos a oportunidade de visitar a fábrica, além de ser um pouco distante do centro e ser preciso pegar táxi.

Na volta fizemos uma parada em Modena e fomos na Piazza grande - com o duomo e a torre civica, mercatto albineli e passamos pelo palazzo Ducale.
A cidade é conhecida pela casa do dono da ferrari (Enzo Ferrari) que também é um museu e custa 26€ e fica um pouco distante do centro.

Modena:


No dia seguinte aproveitamos um pouco mais Bolonha e pela tarde fomos para Ferrara (cerca de 5€).
Em Bolonha visitamos: via zamboni, via marsala, via piella, via della independenza, Palazzo D'Accursio, estátua do Netuno, Via Francesco Rizzoli, Palazzo del Podestà, piazza maggiore, Palazzo dei Banchi (é uma galeria com lojas e seu chão tem ruínas), Basilica di San Petronio, Via dell'Archiginnasio, Basilica di Santo Stefano, Garisenda Tower e Asinelli Tower, Basilica di Santo Stefano, Via Santo Stefano (imperdível!).

Também existe um eataly na cidade que apesar de pequeno tem muita coisa boa.
Como era sábado a cidade criou vida e estava tendo apresentação da escola de samba da cidade nas ruas (apenas a percussão e sem ninguém de fantasia) e um encontro de golden Retriever na praça Maggiore.

Uma dica legal é visitar a Vecchia Scuola Bolognese que de segunda a sábado serve almoço por cerca de 10€ ou é possível comprar massas prontas no local. Aos sábado também existe um horário para janta.

Um prato típico local é tortellini al ragu e tortellini al burro e salvia (manteiga e sálvia).
Vi em um blog outros pratos típicos que seriam: Mortadela, mussarela de bufala defumada, Garganelli, Cotoletta Bolognese e de sobremesa Zuppa Inglese.

Bolonha


Pela tarde fomos em Ferrara. Não achei que valeu visitar a cidade, pq ela não tem muito para conhecer (1h20 de trem 8,5€).

Ferrara:


Resumindo o que visitamos nesta cidade: a muralha da cidade, o castelo dos estes (sendo possível caminhar pelo castelo e pagar para ver exposições internas), catedral da cidade, palazzo do diamante (13€ e não entramos), Pinacoteca Nazionale vimos uma exposição free sobre o desenvolvimento das ciências na Itália e por fim fomos no cemitério S. Cristoforo alla Certosa que é bonito (ao longo da cidade existem mapas turísticos em placas).

Ainda pela tarde,  de volta em Bolonha, pegamos um trem para Florença nosso próximo destino.

Nápoles - Itália

Chegamos de trem em Nápoles pela Ítalo treno que custou 10€ (compramos com 2 semanas de antecedência) e saimos de Roma.

Nos hospedamos no b&b Tecla que tinha café da manhã e gostamos bastante.

Pela noite visitamos as ruas via dei tribunale, via benedetto croce, Piazza del Gesù Nuovo, via Toledo e via del corso Que loucura - muito cheio! E experimentamos uma baba, doce local na doceria Leopoldo e uma pizza na pizzeria Lombardi na santa chiara.

No dia seguinte visitamos Pompéia que chegamos de trem por 7€ cada. A entrada na cidade em ruínas é 13€ (sem desconto de estudante) e é preciso comprar um mapa por mais 2€ (ou tirar uma foto do mapa que fica exposto na loja de souvenir). O incrível é ver o formato das pessoas que morreram com as cinzas do vulcão Vesúvio. Não compramos o audioguide e sentimos um pouco de dificuldade para andar pelo museu a céu aberto.

É possível por 10€ fazer uma excursão até o vulcão saindo da estação Erculio de trem (ficará para outra visita).

Após a visita em Pompéia esperávamos fazer o percurso de ônibus pela costa malfitana, mas como já estava próximo do inverno o dia estava escurecendo 16h40 e não teríamos tempo para fazer todo o percurso (4h aproximadamente).

Pompeia:

Decidimos voltar para Nápoles e conhecer um pouco mais da cidade.
O trájeto planejado era: trem até Sorrento, de Sorrento ônibus até Amalfi coast, de lá outro ônibus para Salermo e chegando nesse ponto um trem de volta para Nápoles.

Após Pompéia, já em Nápoles, almocamos no L'Antica Pizzeria da Michele - restaurante do filme "comer rezar e amar" a pizza é gigante e uma delícia por apenas 5€. Gostamos tanto da pizza que no dia seguinte comemos no local novamente antes de pegar o trem para Bolonha (fica perto da estação central da cidade).

De lá visitamos o underground Museum por 10€ (8€ estudante) que foi bem interessante. O percurso dura 2h e em alguns momento se usa velas para iluminação. Foi bem legal!

No dia seguinte comecamos o dia cedo e conhecemos alguns pontos de Nápoles como: Duomo, Pio Monte della Misericordia, Complesso Monumentale di Santa Chiara, Galleria Umberto I, castelo novo e real (passamos por eles), Basilica Reale San Francesco di Paola e o castelo do ovo (pode entrar sem custo e foi onde a cidade de Nápoles se iniciou).

Napoles:


Próximo a basílica fica o túnel burbônico que abre apenas sexta, sábado e domingo e não tivemos a oportunidade de conhecer.

Decidimos por não ir no Naples National Archaeological Museum.

Ainda pela manhã pegamos um trem para Sorrento 6€ (para tentar conhecer ao menos um pedaço da costa).

A cidade é pequena, mas uma graça. Visitamos o corso Itália, a Cattedrale di Sorrento e Villa Cattedrale di Sorrento.

Provavelmente da próxima vez que viajarmos pela região ficaremos hospedados em Sorrento - Nápoles é muito confusa e diria até mesmo feia.

Vimos que na cidade existe um curso de culinária que pareceu interessante.

Sorrento:

Uma coisa muito desagradável de pegar o trem intermunicipal em Nápoles é o fato de sempre ter alguém te encoxando pra não pagar a passagem e entrar na catraca com você.

Após a visita na cidade voltamos para Nápoles e pegamos um trem para Bolonha nossa próxima parada.