segunda-feira, 11 de abril de 2016

Nova Zelândia

A Nova Zelândia é um païs sensacional. Arrisco inclusive rem dizer que foi um dos païses que mais gostei de visitar. Com paisagens lindas, uma população educada e respeitosa. Visitamos as 2 ilhas do país em 11 dias e foi muito corrido! Creio que 20 dias é uma quantidade de dias ideal.


Sim! Sao 2 ilhas e bastante coisa pra visitar! Eh bom pesquisar um vôo para poder visitar o norte e o sul.

Uma forma simples de se viajar pelo país é alugar um carro com barraca ou um motohome. O motohome foi descartado, pois o custo saia muito elevado para 2 e o carro com barraca eu descartei a ideia, pq de noite tava fazendo um friozinho (5c) mesmo sendo setembro.

Pegamos um vôo pela empresa Qantas de Sidney para Auckland. No aeroporto vários sinais com `Kia ora` lïngua local indigena que significa bem-vindos.

A imigracao foi demorada e rolou revista de comida, é proibido entrar com qualquer comida mesmo vindo da Austrália.

No próprio aeroporto compramos um Chip 19 dollares 500gb da Spark. Internet no país é uma coisa meio difícil, mesmo alguns hoteis não possuem wi-fi. Mesmo com este chip locais ao longo do país em vários lugares não pega sinal (assim como o rádio do carro). Por isso, eh bom ter o app no celular chamado `here` e baixar os mapas que nao depende de internet.

Um ponto interessante de ter o chip da Spark eh que das cidades existe sempre uma loja, ponto de ônibus ou cabine de telefone público que tem acesso free de wi-fi.

Supostamente Mc Donald's, burger king e wendy's ( que possuem várias promoções por 5 dollares) teriam WiFi free, mas não funcionou. 

Ficamos em um hotel perto do aeroporto de Auckland que busca e leva para o aeroporto, chamado Silver Points, como era tarde deixamos para o outro dia alugar o carro e conhecer a cidade.

Dia 1 
Alugamos um carro bem velho roxo na Apex por 35 dollares nzd o dia com seguro. Não tivemos nenhum problema com o carro e super recomendo a empresa! Apenas uma observação interessante é bom cotar também carro com combustivel diesel, pois a gasolina eh o dobro do preço. Nao alugamos GPS e usamos o app here que comentei ai em cima.

Demos uma volta de carro em Auckland e tomamos a estrada para o Matamatá visitor center, 2h de estrada e 2 pedágios. lá visitamos o Hobbiton set movie (79nzd) foi carinho e a visita dura 2h, a parte mais interessante do tour eh beber uma cerveja no bar da cidadezinha cinematografica.- podia ser mais parecido com a Disney com gente fantasiada e mais interação, mas gostei da visita / fora alojinha de souvenir que tem muita coisa interessante. Na cidade que fica o visitor center paramos em um pizza hut que tem uma promoção de pizza média por 5 NZD.

O legal da estrada que passamos era ver a quantidade de vacas e ovelhas nos lindos campos verdes. Essa paisagem se repetiu diversas vezes tanto no ilha norte quanto sul e em alguns locais também existiam terras com viadinhos.

Depois seguimos mais 2h de viagem para Rotorua. Na cidade nos hospedamos Crash Palace backpackers que passariamos 2 noites no local. Além da equipe ser simpática e agendar vários passeios com descontos reais, eles dão dicas de atividades free que aproveitamos para conhecer no local.

Ainda no mesmo dia fomos no supermercado Pack n Save (fizemos comprinhas básicas com comidas para levar conosco para os passeios) e no Kuirau Park que foi bem interessante mesmo já sendo de noite. No park existem vários lagos (não é para entrar na água) com água fervendo com uma fumaca bem fedorenta (cheiro de enxofre). A agua fica aquecida com a atividade sismica local.

Dia 2
No dia seguinte fomos no Wai o Tapu (32,5 nzd) que apresenta um Show 10h da manhã de uma explosão geotermica + Park + mud pool. Essa explosao eh programada para acontecer todo dia nesta hora, pois eles acrecentam material quimico em um buraco no park.  A trilha pelo park dura 1h30 e tem uma piscina chamada champagne é que é bem legal.

De lá fomos no Kerosene creek águas termais (free), uma experiência bem legal, uma pequena cachoeira com águas quentes no meio da mata. Como tava frio não esperavamos entrar, mas chegando lá foi imperdível e fui de roupa mesmo.


No caminho de volta para o hostel passamos pelo Waimangu volcanuc valley não entramos (paga para entrar no park cerca de 30nzd), mas vimos a vista que eh linda!


Após nos trocarmos fomos no Te Papaiouru Marae monumento que é um tributo indigena cheio de fumaça geotermica. Em seguida fomos no Redwoods park trilhas de 30min ate 8h, opções de trilha de cavalo, Bike e com cachorro. O park é lindo e recomendo deixar uma manhã para fazer uma trilha no local. As árvores são gigantescas e impressionates.

Pegamos o carro e fomos para a divisa entre Blue lake e green lake se o dia estiver ensolarado realmente dá para ver a diferença do tom das aguás.


Pela noite fomos no Okere falls que é uma hidroelétrica desativada e de lá é possível fazer uma trilha para uma caverna que dá para ver vermes cintilantes, os glowwarmers. Existem vários passeios pagos para ver isso, mas buscamos este que era free. Vou te dizer que fiquei com medo de fazer a trilha de noite apenas com o Vinicius.

Na primeira noite que dormimos na cidade tentamos fazer o passeio e não achamos a entrada da trilha por ser bem escuro de noite. Por isso, na segunda tentativa chegamos para a trilha antes de anoitecer, cerca de 18h, a trilha é rápida, 15 min, e você chega na caverna. Esperamos até 20h dentro da caverna para começar a ver os vermes. Mas quando realmente ficou escuro foi de arrepiar! Maravilhoso! O melhor é que no caminho de volta a floresta inteira é tomada pelos vermes e tudo fica cintilante. Nesse dia apenas encontramos um grupo de alemães fazendo a mesma coisa.

Depois de passar um friozinho nessa aventura fomos na loja Farmers e compramos meias de lã.

Na cidade de Rotorua deixamos de fazer Te Puia (50 nzd entrada sem direito a show/desconto do Hostel), rafiting (85nzd para 1h), e bola humana (25nzd por corrida), mas fica para outra visita.

Dia 3
No dia seguinte ainda em Rotorua fomos no Governments Gardens e pegamos a estrada para o Hukafalls (2 vezes ao dia a represa abre e é possvel ver o rio enchendo, fomos 11h), Huka honey hive, Aratiatia (pequena trilha para ver a correnteza do rio). 

Continuamos na estrada e passamos pelo Lake Taupo e dá para ver o Monte Ngauruhoe. Nesse dia andamos bastante de carro e passamos pela cidade Tauranga costeando a orla até Tairua. Por fim, chegamos em Hot water beach. Nesse caminho é preciso prestar atenção em postos de gasolina, pois perto de Hot Water Beach quase não existe.

Chegamos para o por do sol em Hot Water Beach e para a nossa surpresa a maré estava cheia e a região de areia quente de tarde fica submersa.

Dormimos em Whitianga em um camping que também tinha acomodação. Para a nossa surpresa tinhamos que ter levado nossa roupa de cama. Existem muitos campings/acomodações que exigem que se leve a roupa de cama, toalhas, e utensilios de cozinha (o pior é que não são baratos). Esse esquema de camping as vezes não tem wi-fi e o banheiro costuma ser único e um pouco longe do quarto.

Dia 4
No dia seguinte fizemos a trilha para uma praia chamada Cathedral Cove, demorou cerca de 1h30 para ir e voltar. O local é bonito e valeu visitar - na praia existe uma formação rochosa que parece uma igreja esculpida e por isso o nome.

De lá voltamos para o Hot water beach, que foi bem frustante, como era sábado estava cheio e faicha de areia quente estava lotada, além de ser bem pequeno o espaço. Uma observação importante para viositar o local é levar sua própria pá para cavar seu buraco na areia (coisa dificil para um mochileiro), ou improvisar com uma pedra pq a areia do local eh bem grudada.

Uma coisa bem local da Nova Zelandia são os Trust box, agricultores locais colocam frutas, legumes e ovos à venda em pequenas tendas na beira da estrada. Quem quiser para o carro escolhe o que levar e coloca o dinheiro em uma caixinha, não existe ninguém atendendo durante a venda. Quando estavamos nessa regiao passamos por algumas.


Voltamos para Auckland deixamos de vistar por dentro o museu de Auckland (25nzd), mas fomos no winter Gardens do museu que era free, assim como fizemos outras atividades sem custo: Albert park, galeria de arte de Auckland, victoria, Albert st., Skytower (não subimos) e skyscreamer (nao fizemos), fish market (muito interessante o local por ter sido revitalizada a região) que possui um Park com vista para a habour bridge. Por fim, ainda na cidade fomos no MT Eden que é possível ir de carro até o topo e de lá dá para ver a vista cidade e o mount eh a boca de vulcão desativado! Achei o máximo! Aproveitamos o por do sol e devolvemos o carro no aeroporto.

Pegamos um vôo para Christchurch tarde da noite e pegamos nosso carro da Go Rentals. Depois de uma rápida parada para comprinhas no mercado ountdown - que possui um cartão fidelidade em catálogo que dá descontos / aproveite para comer o sorvete Tiptop. Uma coisa legal de alguns mercados na Nova Zelândia (assim como na Austrália) alimentos com prazo de validade para vencer possuem sessões específicas nos mercados e os descontos são incríveis! Do mercado fomos para nosso hostel YMCA na cidade de Christchurch.

Dia 5
Pela manhã pegamos a estrada para Arthur's Pass, deixamos para visitar Christchurch quando voltassemos. O caminho é lindo! E tiramos muitas fotos! Dá muito dó de pensar que a geleira do local está se acabando e no caminho viamos rios rasos que antes eram gigantescos.

Paramos no Castle Hill o local é cenário do `senhor dos anéis` e fizemos uma pequena caminhada.

Fizemos uma parada em Hokitika beach, no local tem a atração para se ver verme cintilantes de forma free, mas como já tinhamos visto não nos interessou e no centrinho existem lojas de souvenir e fish and chips. Ficamos um tempo sentados na areia da praia e aconteceu algo que eu não esperava... uma onda me pegou e fiquei ensopada. Mas como o carro tava perto e com a mochila troquei rapidinho de roupa e continuamos na estrada.


No caminho passamos por cidades micros como: Ross, Hari hari e Whataroa e demos a volta no Mount Cook.

Nos hospedamos no Monterose Hostel, na cidade de Franz Josef, o hostel era ótimo novo e barato.- além de incluir sopa de janta e café da manhã. Assim como os donos que são argentinos tinham um cachorro São bernardo gigantesco e muito gostoso.

Nesta cidade são oferecidos inúmeros tours como passeios de helicóptero e caminhadas nas geleiras. O Vini queria fazer Ice explore da franz Josef glacier, mas estava lotado mesmo em baixa temporada é preciso agendar com 2 meses de antecedëncia (demos mole).

Dia 6
No dia seguinte planejamos fazer a trilha de 8h pelo Alex Knob. Chegando no lugar do início das trilhas não encontramos o início. Somente voltando de outras trilhas que acabamos fazendo descobrimos que está trilha se iniciava em um estacionamento anterior.

Resolvemos fazer a Peters Pool (25min) e depois continuamos pela trilha Roberts Point track (5h de caminhada). No entanto, fomos somente até a Douglas Bridge, pois logo após existia um córrego que estava cheio e difícil de passar (molhei todo o meu pé e desistimos - com o frio q tava fazendo não valia andar com o pé molhado).

Voltamos para a trilha tradicional de 1h30 da glacier valley walk que tem uma vista incrível! Super valeu ir nesta trilha.

Pela tarde fomos em outra trilha a do Fox glacier de 1h que também foi bem legal. Pela noite aproveitamos nosso hostel e conhecemos pessoas incríveis a Karin (suiça) e Anielle (brasileira) que estavam fazendo uma volta ao mundo juntas e a Mariana (brasileira) que estava de férias da faculdade na Austrália e viajando sozinha. Ao longo dos próximos meses nos falamos e trocamos dicas de viagem (inclusive encotramos com a Karin na Tailändia).

Dia 7
Começamos o dia com outra caminhada para o Aoraki point view e Lake Matheson. No caminho passamos por Haast e Jackson bay, lake hawea e wanaka city, até chegar em Queenstown. Nesse dia fizemos  bastante estrada e é importante ficar de olho no tanque de gasolina do carro, pois em diversos momentos a estrada é longa e sem postos para parar (sem cidade ou comércio no caminho).

A cidade Wanaka é uma graça, almoçamos no local. De lá é possível fazer várias trilhas e se tivessemos com o cronograma menos apetado valeria fazer.

No caminho para Queenstown, saindo de Wanaka existem vários point views de quebrar o queixo e vale parar para tirar fotos.

Chegando em Queenstown nos hospedamos no Haka lodge que atendeu as expectativas e ainda antes de escurecer fomos fazer a trilha dos Hills. A caminhada dura 1h30, e um pouco intensa por causa da subida, e vimos o por do sol de lá. No topo se tem a vista de Queenstown, assim como de outras montanhas ao redor e é muito bonito, ainda na trilha encontramos com algumas cabras selvagens que estavam em cima de árvores kkk

Pela noite ainda fomos na  Shotover St, com várias lojas e restaurantes. A Nova Zelândia não tem uma culinária característica e tem muita influëncia da Inglaterra e USA. A cidade oferece vários esportes radicais que possuem lojinhas nesta rua como bungee jump (200nzd) e snowbord (não estava na temporada). Mas prepare o seu bolso, pois os custos são bem elevados. 

Dia 8
Pela manhã em Queenstown fomos no Lake Esplanade, Real Journeys e Queenstown Gardens. 

Continuamos dirigindo até chegar no Parque natural de Milford Sound (no caminho passamos pelo maior túnel da Nova Zelândia), um fiorde espetacular. O melhor ponto para tirar foto no local é no Real Journeys - Milford Sound. De lá saem passeios diários de barco e muitos se hospedam na cidade que é muito pequena. Durante toda a viagem o dia estava ótimo, mas quando chegamos na região de Milford Sound após o túnel parecia que tinhamos entrado em outro país estava super frio e com uma mistura de chuva forte com neve.

Passamos pelo fiordland national park, fizemos a trilha do Key Summit Track (1h30 e no topo existem catálogos que vocë pode ler sobre a vegetação local), passamos pelo lake mirror, Egliton valley foto no Point view (nesse ponto existem outras trilhas para serem feitas) e dormimos na cidade de Te Anau no camping Te Anau Lake View Holiday.

Dia 10
Nesse dia visitamos Gore (cidade pequena) e fomos em direção de Cúrio bay (local com leão marinho, golfinho e pinguim e árvores fossilizadas na beira da prias). Existem pequenas trilhas para as praias. Como não era época da reprodução vimos apenas pinguins, mas no verão as praias ficam lotadas de leões marinhos.

Seguimos para Dunendin, região do black Swan (existem mesmo cisnes negros nos lagos), na cidade visitamos a Fletcher house, chinese garden e o albatross visitor center. Neste centro de albatroz, tem um pequeno museu e é posível fazer tours para se aproximar de pinguins ou os ver do mirante. No mirante além de pinguins conseguimos ver um leão marinho. Também é interessante levar biscoito e alimentar os pássaros que são milhares no local.

Seguimos a estrada e fomos dormir em Oamaru no Riverside Haven Lodge. Adoramos o lugar que é um hotel fazenda com vacas escocesas (um bnb familiar super arrumadinho).

Dia 11
Pegamos a estrada fizemos alguns minutos da trilha Vanished world trail, que é possível ver fósseis, passamos de carro pela hidroelétrica do waitaki, também passamos pela pequena cidade de cidade Twizel, Ruatanwha Lake, Pukaki lake (muito lindo e vale tirar muitas fotos! Não dá para perder!)  e fizemos a trilha do visitor center do Mount Cook para o Tasman lake (30min para a ida e para a volta). No visitor center existe um pequeno museu e mapas para trilhas. Neste dia outras trilhas estavam fechadas por causa de uma nevasca, mas vale ficar hospedado próximo e fazer outras trilhas passando 1 dia inteiro no local.

De lá iniciamos o caminho de volta para Christchurch e passamos pelo Tekapo Lake.

Em Christchurch deixamos de visitar o Canterbury Museum que é Free e o Air Force Museum of New Zealand também free (mas muito longe). No entanto, na cidade visitamos a Cathedral junction stop, Hagley Park com botanic garden e passeio de gondola no avon river, o Restart shopping de containers, Cathedral square, 185 white chairs (monumento em homenagem a mortos em um terremoto) e catedral de transição.

Para outra viagem nesse país deixaremos para visitar: Kaikoura melhor ponto de observação de baleias; Akaroa local que se pode nadar com golfinhos; Mount Sunday lugar de filmagem do `senhor dos anéis`.

Com certeza volto na Nova Zelândia algum dia em minha vida! 






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