quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Veneza, Vicenza, Verona, Brecia, Sirmione e Milão.

Na Itália visitamos as cidades do Norte: Veneza, Vicenza, Verona, Bercia, Sirmione e Milão. O primeiro ponto foi Veneza e chegamos de trem vindos da Áustria. Veneza: Meu coração acelerou quando chegamos um Veneza! Mesmo passando pela estação de trem caótica e totalmente lotada pegamos um barco próxima a Ponte degli Scalzi que passava pelo Grand Canal em direção ao nosso hotel e foi lindíssimo o passeio! Veneza é uma cidade totalmente diferente de todas as outras que tinha visitado até o momento e lógico que eu já reunia muita expectativa para visitá-la! Compramos um passe de 30€ com viagens ilimitadas por 24h (não é por dia fechado e sim por horas a contagem). Atenção para o horário de funcionamento das barcas, pois a partir das 19h é reduzido ou não existe! Por causa do passe não andamos com a tradicional gôndola e não sei dizer quanto seria um passeio, mas o melhor lugar para tirar fotos com elas é no canal próximo ao Dodges Palace. No primeiro dia aproveitamos a romântica noite de Veneza e andamos pela praça São Marco e pela ponte Rialto Comemos fatias de pizza (fatia varia de 2€ a 5€) e sorvete (1,5€ a 3€ a bola), assim como bebemos Belini (bebida local com sabor de pêssego). Outras bebidas locais que são possíveis de serem compradas em mercados locais são: Amaretto Rialto e Limoncello. Assim como é possível comprar vários macarrões coloridos e de diversos formatos! Nas lojas de souvenir é possível comprar máscaras de carnaval, uma mais linda que a outra (1€ até 100€...), artigos de vidro coloridos (vindos de Murano - ilha local) e penas que servem de caneta. Existem também lojas incríveis de roupas da época renascentista que são ainda usadas no carnaval de Veneza. Super vale entrar nessas lojas! No dia seguinte usamos nosso passe para visitar as ilhas: Burano, Torcello, Murano, San Michel (não desembarcamos - é um cemitério) e San Giorgio. A ilha que mais gostei foi Burano, a primeira ilha que visitamos, 40min de barco. Mesmo chegando bem cedo e com o comércio ainda abrindo a ilha é super bonita com casinhas decoradas e lojas de renda. Dentre as lojas de renda locais está a Dalla Olga, uma das mais famosas e onde é possível ver senhoras fazendo a renda. Em seguida fomos para Torcello uma ilha case não habitada que possui uma igreja medieval para ser visitada (é preciso pagar uma entrada). Fica uns 10min de barca de Burano. De lá fomos para Murano, mais uns 30min de barca. A ilha possui uma farol e várias fábricas de vidro, assim como um museu sobre vidro (não entramos). Lá é possível ver profissionais fazendo utensílios de vidro. Normalmente é de graça, mas como era verão e final de semana estavam cobrando 2€ para assistir, exemplos de fabricas são: Ellegi Glass e Striulli. De lá voltamos para Veneza para ver os principais pontos da cidade. No caminho fizemos uma parada rápida na ilha San Giorgio (do outro lado da praça San Marco) e de volta na ilha principal de Veneza visitamos os pontos: praça San Marco com a basílica de San Marco (não pode usar short para entrar ou roupa de banho) e Doge's Palace (preciso pagar para entrar), próximo fica a Ponte dei Sospiri, seguimos de barca para Punta della Dogana di Mare, silica di Santa Maria della Salute, Gallerie dell'Accademia, ca macana, Scuola Grande di San Rocco (é preciso pagar para entrar), Basilica dei Frari, Bambolandia Di Beatrice Perini, Constitution Bridge, ca d oro(famosa rua comercial) e o mercado do Rialto. Com apenas um dia na cidade conhecemos muita coisa! E seguimos para Vicenza de trem onde dormíriamos. Vicenza: É uma cidade que não tem grandes atrativos apesar de ter uma linda Old Town. Sua grande atração é o teatro olímpico que entramos e achamos bem bonito (mas é um absurdo o valor para ver, pois não existe um museu que crie um contexto sobre o teatro e apenas alguns banners). Essa cidade costuma ser escolhida por turistas por ficar entre Veneza e Verona e possuir um valor de hospedagem mais barato que Veneza e com ótimo acesso de trem. A cidade possui um passe que permite entrar em outras atrações. O passe custa 15€ e o teatro 11€, mas mesmo assim optamos apenas por conhecer o teatro. Dentre os pontos que visitamos estão: igreja Santa Corona, Palazzo Chiericati, Torre di Piazza, Basilica Palladiana, Loggia del Capitano e Corso Andrea Palladi. A cidade possui mapas de sinalização nas ruas e é possível visitar outros pontos. A comida típica local é um sorvete chamado Matonella (sanduíche de sorvete). Se estivéssemos de carro poderíamos ter visitado pontos turísticos próximos tais como: Santuário di Monte Berico, Villa Valmarana ai Nani ou Villa la Rotonda. Assim como a cidade de Trento. Após conhecer a cidade pela manhã seguimos a viagem de trem para Verona mais ou menos 1h. Verona: Tivemos apenas uma tarde para conhecer a cidade (pela manhã visitamos Vicenza). Recomendo um dia completo, pois me encantei com o local e acho que vale comprar o passe da cidade. O passe é 22€ e dá direito a entrar no museu do túmulo de Julieta, museu da casa de Julieta, arena, teatro romano e outros. Existem também outro passe que dá direito a entrar nas 4 principais igrejas da cidade, mas como era domingo estavam ocorrendo missas e foi possível entrar na igreja Santa Anastásia e Duomo di Verona sem custo algum. Como tínhamos pouco tempo apenas entramos no teatro romano, pois infelizmente não deu tempo de entrar na arena. Os pontos que visitamos foram: Museum of Frescos G.B. Cavalcaselle (túmulo de Julieta, mas não entramos), Piazza Brà (cheia de restaurantes), Castelvecchio Museum (com uma vista linda da ponte do castelo) e Basilica di San Zeno Maggiore (achei longe e não achei q valeu ir até lá). Voltando para o centro da cidade caminhamos pela Corso Cavour, Corso Porta Borsari, passamos pela Piazza dei Signori e fomos para a Casa de Julieta. Ao lado museu da casa da Julieta é possível achar uma loja de souvenir muito fofa que se chama Romeo Giulietta. A tradição diz que se deve passar a mão no peito da estatua de Julieta para se ter amor eterno. Hoje não é mais possível colocar recados nas paredes, deixar bilhetes ou prender cadeados na casa da Julieta que estava super policiada. Seguimos para outros pontos como:igreja santa Anastásia, Duomo di Verona, atravessamos a ponte Pietra para o Teatro Romano e subimos para o mirante do castelo São Pietro. E voltamos o caminho pela Via Giuseppe Mazzini. Diferente de outras cidades na Europa, na cidade de Verona, o comércio abre aos domingos normalmente. Nas ruas da cidade também é possível encontrar mapas com indicações de outros pontos turísticos. Uma das comidas locais é a torta Russa di Verona (5€) e lógico que massas e pizzas. Uma dica legal é ver a programação de espetáculos da Arena di Verona (o Coliseum) e assistir uma da óperas que estiverem passando. Infelizmente na noite que dormimos na cidade não haveria nenhum espetáculo (custo do ingresso de 20€ a 100€). No dia seguinte fomos para Bréscia e Sirmione. Bréscia: Achávamos que para chegar em Sirmione iria ser mais fácil que de Verona. Engano nosso. De Verona existem mais ônibus regulares do que de Bréscia. De qualquer forma decidimos nos hospedar em Bréscia, pois era uma opção mais barata e mais próxima do nosso destino final que era Milão. Como era segunda diversos pontos estavam fechados, mas mesmo assim chegamos a conhecer alguns pontos pela manhã, como: Piazza della Vittoria, Piazza della Loggia, Piazza del Foro, Tempio Capitolino (fechado, mas com portões de grade que dá para ver o monumento romano) e o Castello di Bréscia (achamos bem legal a visita - museu de armas estava fechado) e Torre della Pallata. As demais igrejas do local também estavam fechadas. A cidade existem mapas com outros pontos turisticos e não achamos o local espetacular, mas não sei se voltaria. Seguimos de trem para Sirmione. Sirmione: Pegamos um trem e depois um ônibus para ir para a cidade e retornamos de ônibus. A ida foi mais rápida do que a volta, mesmo sendo um pouco mais cada. Sirmione está em uma península e é banhada pelo Lago di Garda. Sua arquitetura é bem bonitinha e a cidade é super chique. Na cidade visitamos: Castello scaligero (estava fechado para visitas internas), Parrocchia Santa Maria Della Neve, Piazza S. Salvatore, o restsursnte Lido delle Bionde que fica em uma praia pública que vale dar uma caida na água e Área archeologica delle Grotte di Catullo (fechado e é o ponto forte do local). Ao longo das ruelas existiam várias lojinhas de cerâmica e muitos buganviles floridos. Almocamos um risoto com Spritz (um drink italiano com rodela de laranja - achei bem gostoso) em um dos restaurantes locais. Na cidade existem passeios de barco que contorna a península por 10/15€ por pessoa. Depois retornamos para Bréscia para dormir. Gostamos de conhecer Sirmione (a vista no local é linda e a cor da agua tb!), mas como era segunda e tivemos os inconvenientes de terem lugares fechados talvez teria sido mais divertido ir no Park de diversão Gardaland, acho que vale pesquisar sobre o local (o trem entre Verona e Bréscia para no Park). No dia seguinte fomos para Milão de trem. Milão: Infelizmente erramos o horário do trem e nos atrasamos para o free walking tour de Milão. Outro fiasco que ocorreu foi termos comprado o passe Milano Card ( na estação do metro Milano Centrale por 7€) que na verdade não tinha atrações interessante. O pontos desfavoráveis do passe foram: não dava isenção de entrada/apenas desconto, dizia q podia pular fila no duomo da cidade e chegando lá a regra tinha mudado e não existia mais a vantagem. Pelo menos dava direto ao passe de metrô (mas sai mais barato comprar o passe direto no metrô - 4€), dá desconto em pontos turísticos em Florença e Roma (guardamos para outra viagem) e desconto no ônibus para o aeroporto. Precisávamos do passe de metro, pois nos hospedamos próximo a estação de trem/ônibus, já que no dia seguinte saíriamos bem cedo para o aeroporto. No entanto a cidade não é tão grande e muitos pontos são próximos e podem ser feitos a pé. Na terça que visitamos em Milão muitos museus eram gratuitos e vale sempre visitar o ponto de informação turístico da cidade para verificar o calendário de gratuidade. Esse ponto ficava dentro da Galleria Vittorio Emanuele II que por sinal não vende o Milano Card por discordar da forma que ele funciona. Em Milão conhecemos os seguintes pontos: Galleria Vittorio Emanuele II, próximo fica a Panzerotti Luini ( q fale experimentar um panzerotti - a lanchonete fica com filas gigantes), muito próxima fica a Pizzeria Spontini (com uma pizza siciliana sem queijo e com anchovas), logo na sua frente fica a Cioccolati Italiani (com sorvetes incríveis). Depois da comilança fomos para o Palazzo Reale que não possui as filas para entrar no duomo e seu ticket da direito a entrar no duomo (vice versa). O museu conta a história da construção do Duomo. Logo em seguida visitamos o Duomo. Ainda na Praça do Duomo fomos no Museo del Novecento (museu de arte sem custo neste dia). Depois pegamos o metro e fomos para Sforzesco Castle, fundadores da cidade. O castelo dos Sforza para quem viu o seriado Borgias vai achar super interessante! O local reúne 7 museus e na terça que fomos visitamos um de Miquelangelo e outro arqueológico ambos sem custo. assim como seus jardins. Perto do castelo fica a igreja Santa Maria delle Grazie (igreja sem custo) e em uma sala está pintada a santa ceia que custa 25€ para apenas 5min e é preciso comprar com 1 mês de antecedência. Na região existem vários museus sobre os mistérios da santa ceia. Seguindo a visita fomos para: Basilica di Sant'Ambrogio, San Maurizio al Monastero Maggiore, Italian Stock Exchange (que tem uma mão gigante na frente mandando todo mundo tomar no C#$!) e Biblioteca Ambrósio. Para finalizar passamos rapidamente pelas ruas do quadrilátero da moda. No dia seguinte pegamos um vôo para continuar nossa viagem.

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