Chegamos na Coréia do Sul de Asia Airlines e gostamos bastante do serviço (uma compania aéria bem mais organizada que a Cebu).
Passamos 5 dias em Seoul, dentre um dos dias visitamos o DMZ (fronteira das Coréias).
O aeroporto de Seoul é muito grande... Da chega até o trem demoramos quase uma hora (se anda bastante no aeroporto - antes mesmo de chegar na imigração tivemos que pegar um trem) mesmo levando nossa mochila conosco. Voltando para as Filipinas em outro vôo no mesmo aeroporto após a imigração também pegamos trem para o nosso Gate de embarque.
No aeroporto compramos um ticket expresso de trem até a estação central de Seoul que custou cerca de 8.000 wons (7dollares). Podíamos tranquilamente ter pego o trem regular que apesar de parar em mais estações leva apenas 20min a mais e custa 1 dollar a menos. Nesse valor também estava incluído o T money card que é o cartão do metro que custa 2.000 won e sai mais barata a passagem de metro com ele. Na volta como já tínhamos o Card pagamos 4.000 wons pelo metro regular (não pesquisei muito, mas não achamos que valia um day Pass).
Cada pessoa deve ter seu T money Card para entrar no metrô ou ônibus (1.250 won metro / 1.200 won ônibus) e é muito importante que seja passado o cartão ao sair do trasporte, caso contrário é cobrada uma multa.
A imigração no aeroporto foi super rápida e tecnológica - o guarda escaneia o passaporte e o computador fala com a gente em português! É tirada uma foto e recolhida nossas digitais. Não nos foi feita nenhuma pergunta para a entrada no país, mas também tivemos que preencher um formulário dizendo que estávamos com a saúde perfeita.
Dia 1
Na estação central de Seoul pegamos o metro para nosso hotel Nansam Guest House (2 estações ou andando 1,5km).
O Hostel custou cerca de 100 reais por noite, era super limpinho, quarto duplo com banheiro e ficava na região de Myeongdong. Além de ter café da manhã (miojo, café, chá, água, pão, geléia e mantega de amendoim) disponível todo o dia e máquina de lavar roupa sem custo (secar custava 3.000 wons).
Os atendentes do hostel não falavam bem inglês perfeito, mas com mímica a gente se entendia kkk.
Mesmo chegando de tarde e perdendo uma hora do fuso com as Filipinas ainda fomos conhecer a cidade.
Nosso primeiro ponto foi o The Korean War Memorial Hall, que é fantástico! Não cobra entrada (como muitos museus em Seoul) e é o primeiro item na lista do trip advasor (2015). Cheio de interação com o público conta a história das guerras da Coréia desde do surgimento da nação na luta contra os Mongóis/China, Japão e a atual Coréia do Norte.
Em 1h30 não conseguimos finalizar o museu, mas deu pra ter uma boa ideia do que ele era (a maioria dos museus do Estado fecham:18h - cada um tem um dia diferente para fechar ao longo da semana / vale checar no site de cada museu). Ainda do lado de fora do museu sua visita continua com uma um acervo de tanques, aviões, carros e navios de guerra.
Não deu tempo de ir no National Museum que fica muito perto e deixamos para outro dia.
De lá andamos até a rua de eletrônicos - Rua Cheongpa-ro, até Etland, que é tipo um "promo info" que existe no Rio de Janeiro. Infelizmente algumas lojas já estavam fechando às 18h, assim como as lojas de rua, mas pelo o que vimos existem vários itens usados com um preço muito barato (tela de led de pc por 50 dollares) e itens novos com preços razoáveis.
De lá fomos para o Shopping I'Park Mall que é vertical e ficamos um pouco confusos. No subsolo existe um supermercado E-mart com mil opções de comidas para degustar! Achamos os preços elevados e nos pareceu mais barato comer na rua do que preparar comida. Aproveitamos a praça de alimentação na entrada do mercado.
Essa praça de alimentação você escolhe opções de pratos montados de 4 restautantes (eram imitações de plástico da comida original / muito comum em restaurantes da cidade) expostos em uma vitrine e paga em apenas em 1 caixa o que desejar pedir e depois com a senha você busca no restaurante. Uma coisa interessante é que em todos os locais que comemos a água era oferecida sem custo e nas praças de alimentação dos shoppings os copos de metal ficavam disponíveis em uma geladeirinha e bastava encher no filtro.
De metrô fomos no Namdaemun market supostamente 24h e dentro dele fica o ginseng center (com plantas/ervas medicinais, raízes e tempeiros). Digo supostamente, pois 21h da noite apenas 20% das lojas estavam abertas. No mercado vimos um monte de cacareco da China e roupas, além da parte do ginseng center.
Para finalizar a noite fomos no Myeongdong, região de comércio muito perto do nosso Hostel (todas as noites passamos no local e andamos pelas ruas do bairro), com ruas só para pedestres e com lojas da Zara, H&M, f21 e outras. Algumas lojas começam a fechar 22h e outras ficam abertas até 2h. Na rua existem vários camelôs de roupas e acessórios assim como barraquinhas de street food.
Cada comida mais gostosa que a outra, polvo grelhado, frango frito, bolinho de arroz, frutas, sorvetes, etc.
A própria estação de metrô tinha um shopping o Myeongdong Underground Shopping Center - algo muito comum em Seoul que em várias estações tem um shopping.
Dia 2
No dia seguinte começamos pelo Palácio Gyeongbokgung. Existe um combo por 10.000 wons para os 5 palácios reais e o compramos, além das entradas regulares dá direito a algumas áreas extras dentro do palácio ch angdokkgung (jardim secreto + 1 palácio).
Gostei de visitar os palácios, mas se torna muito repetitivo... O que recomendo mesmo é que seja visitado o Gyeongbokgung que é o palácio principal da cidade e que sejam vistas as 2 trocas da guarda (1 na frete do Gyeongbokgung e outro na frente Deoksugung que acontecem diariamente).
Vimos a troca da guarda Palácio Gyeongbokgung às 10am e pegamos o tour de 11am. Após visitar as várias áreas do palácio (local de chá - degustação dia de semana, cozinha real - aulas de culinária no dia de semana e é preciso agendar, os 2 lagos, o trono, a casa do rei, a casa da rainha e do príncipe regente).
Em seguida fomos para o National Folk Museum que é free e pequeno - com uma pequena simulação de uma vila coreana do lado de fora e um espaço com o calendário chinês (é possível voltar para os palácios se preciso e foi o que fizemos).
Voltamos para o palácio e saímos em outra saída para ver a Blue House a casa do presidente que não pode ser visitada por dentro (recomendo ver primeiro a fachada da casa do presidente e depois ir no folk Museum, pois de lá já estará próximo do bairro Hanok Village).
Em seguida andamos pela Rua Bukchon-gil, no bairro de Bukchon até o ponto de informação turística onde tinha o mapa do Village.
Optamos por fazer esse roteiro ao invés de fazer as atrações na Praça da frente do palácio (museu do king sejong, visitar a praça, museu de história contemporânea... Deixamos para outro dia), pois no domingo teria um flea market na Praça.
Com a ajuda do mapa é possível caminhar pelo Bairro Hanok Village com várias casas tradicionais da Coréia (que foram de nobres) e subir até o topo do bairro para ter uma vista linda! Como era sábado vários coreanos estavam andando com sua roupas típicas (moda do local).
No bairro aproveitamos para comer street food como suco de arroz, espetinho de lula, espetinho de arroz e a deliciosa panqueca de feijão com mel (valores variavam de 1.000 até 3.000 wons cada)! OMG!
Andamos até o complexo de palácios de ch angdokkgung e pegamos o tour das 15h30 para o secret Garden que leva 1h30, mas saímos antes para continuar a explorar os palácios da região (inclusive o palácio que tínhamos direito com o combo).
Ao fechar o complexo (18h) fomos para o Jogyesa Temple que é budista e ficamos vendo a reza. Foi minha primeira vez em um templo budista e super gostei! O teto do templo é lindo e possui 3 budas gigantes dourados. O jardim de fora tem umas vitórias régias (acho que era essa a planta) dentro de grandes vasos de água que achei super legal.
Ainda no caminho encontramos a loja Daiso (de origem japonesa) com vários pequenos objetos úteis (valores entre 1.000 e 3.000 wons em média).
Na rua ao lado do templo está a região Insadong com lojinhas de souvenir (muita coisa fofa) e galerias (inclusive tem uma galeria do Rometo Brito). Uma atração legal da região é um labirinto que se meche que fica em local um pouco escondido, pois precisa descer uma escada para chegar no local. Ao longo da rua principal existem vários street foods e dessa vez comemos um bolo de peixe frito com recheio de camarão. No final desta rua fica uma praça com atrações de música de rua aos finais de semana e muitas tendas de tarô.
Não imaginava que tarô fizesse tanto sucesso na Coréia! Quase todas as barracas estavam cheias.
Andando um pouco mais chegamos no rio Cheonggyecheon, basta descer as escadas em frente a cabine de informação turística que será possível caminhar pelas margens do rio (que fica lindo iluminado de noite).
Neste ponto sugerido para descer as escadas fica o muro de cerâmica chamado “Banchado”. O muro conta a história de um príncipe com sua mãe indo visitar o túmulo de seu pai, o rei.
Dia 3
No dia seguinte começamos pela Prefeitura de Seuol tirando fotos na fachada.
Em frente a essa praça, fica o palácio de Deoksugung, onde diariamente é feita a cerimônia de troca da guarda real, assistimos 11am.
Dentro do Deoksugung Palace fica o Museu de Arte Deoksugung sem custo adicional (usamos o ticket do combo)
Ainda em frente ao palácio aos domingos uma ONG de estudantes oferece guiar turistas pelo palácio (sem custo) ou também é possível assistir os tours regulares do palácio.
Ainda neste palácio em seu portão é oferecida a opção de se vestir com roupas típicas (sem custo e apenas pela manhã durante a troca da guarda). Infelizmente não existiam tamanhos de vestidos para baixinhas, mas o Vini tirou muitas fotos com roupa de guarda do palácio.
O museu nos sugeriu irmks até a praça do Gyeongbokgung (muito perto) e usar o mesmo serviço de roupas típicas oferecida por uma ONG. E foi o que fizemos! Dessa vez os dois tiraram fotos na frente estátua do king Sejong (junto com o flea market que rola aos domingos).
De lá atravessamos a avenida e fomos para o Sejong museum que além de contar a história do general Lee (herói de guerra contra o Japão) conta os feitos do king Sejong que entre os seus méritos está a criação do alfabeto coreano. A parte do museu sobre a história de Lee oferece atividades interativas como vídeo games e é possível ver um vídeo muito bom!
Atravessando a avenida mais uma vez e em um local muito próximo fomos para o National Museum of Korean Contemporary History. No museu a melhor parte está no último andar que você pode simular ser o presidente da Coréia em seu escritório e da janela se vê a Blue House.
Andando em direção ao DDP passamos mais uma vez pelo Isadong que estava tendo um festival coreano oferecendo chás (podíamos participar da cerimônia do chá) e comidas típicas!
Ainda no caminho para o DDP passamos pelo Gwangjang Market (ou Kwang Jang Market) com muitas opções de alimentos e roupas. Dentro do mercado existe uma praça de alimentação (Meokjagolmok) cheia de mini restaurantes (barracas) de comida coreana - todo mundo espremido senta em mesas em volta da barraca. Ainda Dentro do Mercado Gwangjang existe um mercado de frutos do mar e peixes secos chamado Mercado de Jungbu (essa informação peguei em um blog - mas andando pelo mercado é um pouco confuso visualizar o que é cada mercado).
No metrô Jongno existe também o Jongno underground mall com muitas lojas de roupas típicas.
Caminhando um pouco mais chegamos no Dongdaemun Gate que era um dos portões da muralha que existia na cidade que não é possível entrar, mas aí é possível ver e caminhar pelas ruínas da muralha.
Atrás do portão está o Dongdaemun Market que no domingo estava com muita lojas fechadas. Em um dos restaurantes locais pedimos Hamen que é miojo com ovo e estaca mega alimentado - chorei!
Depois de muito andar chegamos no Dongdaemun Design Plaza (DDP) que é um prédio super moderno com local para exposições e eventos de design. As exposições são pagas (uma das que estava tendo era do Andy Wharol - 8.000 wons / aberto até 22h) e ainda é possível visitar as lojas do local (muita coisa legal de decoração e souvenir) e as rosas de LED.
As rosas durante a noite são iluminadas e devem ficar lindas em outra viagem para Seoul vou querer visitar o local pela noite.
Logo em frente ao DDP ficam diversas lojas de departamento como a Lotte Fitnin que é super grande e de forma vertical. O estanho nessa loja é que o fittining room fica no toilet o que faz fila, mas vale comenta a modernidade do vaso santuário do local que com um visor touchscreem higieniza o vaso, oferece chuveirinho e purificador de ar.
De metro fomos para o National Museum (sem custo) é o sexto maior museu do mundo - mostra a história da Coréia desde os primeiros seres humanos até a última dinastia. Do lado de fora do museu existe um enorme Park com um pavilhão real e alguns pagodas (torres budistas).
Ao lado do Park fica a base americana (lógico que não pode entrar) e de lá caminhamos para Itaewon bairro cheio de americanos e muitos outros estrangeiros. A região é possui várias de cadeias internacionais com outback, Mc Donald's, Starbucks, Popey's (não quer dizer que em outros lugares de Seoul não existam, mas nessa região as lanchonetes/restaurantes americanos estão bem concentrados).
Voltamos para o hotel de metrô.
Dia 4
Começamos o dia visitando a loja de departamento coreana Shinsegae (loja mais chic de departamento que fomos) e de lá fomos para a Lotte outlet na estação central de Seoul - mas que mesmo com desconto era caríssima.
De lá pegamos o metro para a Hongik University Área cheia de barzinhos, restaurantes, lojinhas de roupas, etc. (Achei o prédio da universidade super moderno). Ali também existe um posto de informação turística com o mapa do local.
Na região ainda fica o Trick Eye Museum (8.000 wons) e o café da Hello Kitti ( fui no café da Hello Kitti nesse mesmo dia, mas perto do Hostel no bairro de Myeongdong).
Andamos até a universidade feminina Ewha (que também tem homens apesar de poucos) que fica 5 quarteirões da universidade Hongik e é antiga e bem verde em volta, sendo um contraste com a cidade e a outra universidade Hongik.
No caminho passamos pela Hunday departament outra loja de departamento que aproveitamos para comer comidas locais na Praça de alimentação (com preços muito semelhantes aos de street food).
Depois de metro fomos para Noryangjin Fish Market é a maior feira de peixes e frutos do mar de Seuol. Lá vimos carne de arraia, assim como lagostas, camarões e caranguejos gigantes! Nunca tinha visto bichos desse tamanho! Lemos que ao comprar os frutos do mar a barraca que vendeu o peixe pode preparar sua comida em um restaurante dentro do mercado... Mas não tivemos coragem, pois ninguém no local falava inglês e achamos que ia ser bem difícil fazer com fossemos entendidos...
De metrô fomos para Gangnam-gu (mesmo local da música do Gangnam Style) área nobre da cidade e lá existem prédios super altos e muito bonitos! Visitamos a loja da Sansung D'light que é muito legal! Quero muito voltar no local! Você experimenta novas tecnologias interativas como óculos digitais e brinca em algumas plataformas. Ainda no bairro existe outra o Hyundai Department (bem grande).
Também perto da região fica Cheongdam-dong, é aonde estão as lojas de marcas, região mais chic da cidade!
Dia 5 (DMZ + volta para Manila)
Compramos o trem para DMZ (existem duas rotas e escolhemos a tradicional e menor que passa por Imjingang e finaliza em Durasan) com custo de 7.500 wons (ida e volta).
DMZ significa zona desmilitarizada, mas na verdade a fronteira existe e é fortemente vigiada. Essasemsns que estiveos na Coréia estava rolando um conflito, pois 2 coreanos do Sul tinham sido baleados quando faziam a patrulha de rotina.
Para o passeio é preciso levar seu passaporte e assinar um termo de responsabilidade. O trem sai 9h da manhã da estação central de Seoul e retorna às 18h.
Os pontos de parada do tour são: estação Imjingang - para apresentar o passaporte e documento assinado (mas em nenhum momento é feito revista nas bolsas), parada de trem final em Dorasan para compra tickets (9.200 wons andando no túnel/ para usar um trezinho é mais caro), de ônibus fomos para o Dora observatório, é feita uma parada de almoço (sem opções de restaurantes - apenas 1), depois se visita o túnel 3 (e também um pequeno museu +vídeo em coreano), visita guiada no Dorasan Peace park (toda em coreano) e de trem se faz uma parada livre de 1h30 no park Imjingang e depois se retorna para Seoul de trem.
Tínhamos muito pouca informação sobre o passeio - difícil de achar na internet informação sem ser comprando um pacote de viagem; e para piorar ao longo do tour ninguém falava inglês.
Assim ao longo de toda a viagem poucas vezes se foi falado inglês, nos sentimos totalmente perdidos sobre o que fazer em cada parada.
A parada do almoço era um fiasco, pois todos os restaurantes estavam reservados e a única opção disponível era um buffet que não gostamos.
O passeio foi interessante, mas não recomendaria, pois ainda não tem estrutura para receber turista que não falem coreano.
As melhores partes do passeio foram passear de trem que é super colorido e divertido e também tirar fotos no jardim de cataventos da estação de Imjingang.
No observatório é preciso pagar 500 para 3 minutos de binóculos e no túnel para caminhar por ele é preciso descer r depois subir por uma rampa de quase 300m bem íngreme, mas tranqüila de se fazer/além de ter que usar capacete.
Da estação de Seoul fomos para o aeroporto para retornar para Manila nas Filipinas.
Coisas que reparamos:
Diferente do que esperávamos quase ninguém fala inglês, mas pelo menos em muitos restaurantes existe o cardápio traduzido e existem os pontos de informação turística.
Na Coréia existem muitos lugares que disponibilizam água sem custo, com exemplo em museus existem bebedouros com copinhos de papel bem frágeis.
Li que existem telefones de graça nos metrô, mas não achamos nenhum.
Procuramos lojas de cabine de foto divertida (fotos estilo 3x4), mas também não encontramos.
Existem vários letreiros pela cidade sobre cirurgia plástica e descobrimos que muita gente vem para a Coréia para fazer.
Na Coréia não existe aposentadoria e assim é muito comum ver idosos trabalhando em lojinhas.
Assim como os idosos do local costumam usar muita roupa Sport como da Northface.
Em geral os coreanos gostam de se produzir e estão sempre muito arrumados para trabalhar e maquiados. Muitos homens usam brilho labial!
Deixamos para outra viagem visitar a Seoul Tower, pois li que para subir na torre custa ₩12.000 e lá vendem também bilhetes combinados com almoço e janta. Existem 2 formas de chegar no local ônibus ou trem mais cable car (₩8.000 ida e volta). Assim como o local também é conhecido como love tower, pois lá as grades estão tomados por cadeados com inscrições de casais.
Também deixamos de visitar o shire do combo dos palácios por falta de tempo e também por ter um horários muito fixos para os tours (10h, 12h, 14h e 16h - exceto terças que não abre e sábado que é dia livre sem obrigatoridads) que são obrigatório
Cidades/passeios que deixaremos para outra visita na Coréia são:
- Busan (cidade porto)
- Bukhansan National Park (trilhas pelo Park)
- Gyeongju (cidade histórica)
- Ilha de Jeju;
- Parque Seoraksan (visitação mais comum no outono)
- Montanha de Diamantes Geumgangsan ou Kumgangsan, é um parque na Coréia do Norte, mas que é possivel visitar partindo de Seul, pela Coréia do Sul (momentaneamente fechado pelo exército)
Lemos que existem free shuttle bus para as principais cidades turísticas.
Link - http://visitkoreayear.com
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