segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Hong Kong - China

Chegamos em Hong Kong de avião (pela Air Asia) e pegamos o ônibus 21A (33HKD) com o octopus Card.

O octopus Card é um cartão vendido em lojas de conveniência, como o 7eleven e pode ser usado para ônibus, metro e também para compras.

O transporte público na cidade é muito bom e deve ser explorado.

Nos hospedamos Tai Wan Hostel dentro da galeria Mirador Maison. O quarto era com banheiro e tinha apenas 8m2! Mas gostamos da experiência - totalmente diferente de algum Hostel que já fomos. Fora que a galeria é um tanto quanto peculiar... É comercial e de moradia, super lotada e lembra uma das cenas do filme "ensaio sobre a cegueira" - quem viu o filme sabe que a doença se inicia em Hong Kong/Macau.

Por falar em doença... Nós dois ficamos gripados ao chegarmos na cidade e vale tomar precauções extras como usar uma máscara higiênica.

Além de super populosa a cidade está encoberta em uma nuvem de poluição, sendo muito difícil ver o sol.

Vale falar que a cidade de Hong Kong tem água limpa da bica para se beber, mas como o estado de conservação dos prédios não é boa não vale arriscar e sim comprar sua garrafa de água.

Tivemos muita dificuldade de encontrar um lugar típico para comer com preço aceitável e em condições higiênicas. Praticamente somente encontramos fast foods ou restaurantes caros. As lojas de rua são extremamente sujas.

A comida em Hong Kong prevalece a carne de porco e com muita gordura - vale procurar por restaurantes de comida Kantonesa. Outros comida que faz sucesso e o macarrão no estilo de Taiwan.

Uma boa pedida de café da manhã é o próprio McDonald's que tem combos com ótimos preços (melhor até mesmo que o 7eleven). Outros fast foods que gostamos foram yoshioka e sushi to go.

Uma grande decepção que tive com Hong Kong foram os mercados... Na minha cabeça seriam tipo a Uruguaiana do Rio com lojas cheias de tranqueiras baratas, mas eram barracas montadas nas calçadas sem preço estabelecido e tendo que negociar. Fora que não achei os mercados tão variados...

Outro detalhe sobre os mercados de rua são que eles só funcionam a partir das 11h e fecham em torno das 22h.

Andar na rua entre 17h e 20h é algo bem complicado! Todas as rua ficam mega lotadas e restaurantes e padarias ficam com filas gigantes mesmo se for dia de semana.

Descobrimos que os moradores de Hong Kong não possuem o hábito de cozinhar em casa (os preços de comida feita em casa não é tão mais barato que comer em restaurantes), talvez pq os aptos são pequenas.

Também achávamos que a maioria da população falasse inglês, uma vez que foi território da Inglaterra por anos e há poucos anos atrás foi devolvida pra China. Mas para a nossa surpresa não era assim tão fácil.

Um bom local para pegar dicas sobre atrações locais é ir no ponto de informações turísticas do Star Ferry Pier.

No primeiro dia visitamos a região de Kowloon onde estávamos hospedados. Os pontos visitados foram: ladies market (bolsas falsificadas e souvenirs - é bem carinho), flower market, goldfish market (vende peixinho de aquário), Mongkok Computer Centre, jade market (sim! MTS bijus com jade), Tin Hau Temple,  Temple market street (com principalmente frutas e vegetais), Kowloon Park, granville road (lojas de roupas locais), Harbour center (3 shoppings interligados com lojas de marca), torre do relógio e show de luzes visto às 20h do museu de arte.

Logo ao lado fica a avenida das estrelas, mas que estava fechada para reformas, com as mãos de celebridades no chão.

No entanto, subindo para o Skywalker próximo ao local existe a imagem do Bruce Lee que muita gente tira foto.

A ideia do show é muito legal são vários prédios de Wan chai que sincronizados com a música ficam iluminados. Mas vou tb dizer que a música fica um pouco baixa e perde um pouco o encanto.

Um prédio que faz seu próprio show é o  Icc que às19h45 e 21h apresenta uma projeção com música (vale a pena ver).

Próximo os ladies market experimentamos algumas comidas de rua, mesmo com bastante receio. Uma delas foram dumplings de porco e cogumelos (bolinho de massa de arroz com recheio) e outra foi pastel de Nata e uma massa de waffle em formato de bolinhas que é bem gostoso.

O pastel de nata é uma influência trazida pela colonização portuguesa em Macau - ilha próxima.

No dia seguinte fomos no Big Budha e na Villa de Taio.

Para chegar no Big buddha são 2h. Primeiro se pega um metro para Tung Chung station e em seguida pegamos ônibus 23 ou é possível pegar o teleférico. Atenção para a fila do teleférico que as vezes é gigante!

São muitos degraus até chegar no topo da estátua. No Big buddha pode-se pagar para ir em um pequeno museu e chegar mais perto do buddha.

Ainda é possível visitar o  Po Lin Monastery com um salão dourado lindo. No monastério existe um restaurante vegetariano e cheio de doces que recomendo que se almoce por lá.

Em seguida fomos na vila turística criada pelo acesso de teleférico para o buddha que apesar de muito bonita e com lojinhas de souvenir e restaurantes possui preços bem salgados.

De lá pegamos um ônibus para a villa de pescadores Tai - número 17. Ali existe o mercado de peixe (sem nenhuma condição de higiene e não recomendo que coma no local), passeio de barco para ver golfinhos e a vila (não fizemos) e 2 caminhadas; uma para o heritage center e outra para o templo Yeung Hau (que estava em reformas).

Muitas casinhas são mínimas (e de alumínio) e é possível ver muita poluição nas águas. No mercado além de pufferfish para decoração é possível encontrar tubarões secos!

Na volta pegamos outro ônibus (número 11) e visitamos o citygate outlet que tem bons preços em algumas lojas e uma praça de alimentação com comidas típicas. Aproveitei para experimentar pudim de tofu e vou te dizer que não foi tão saboroso.

Após utilizar todos esses meios de transporte para o dia gastamos cerca de 50HKD cada um.

Para o outro dia fomos em ten thousand buddha temple, museu de história de Hong Kong e ciência e o lado da ilha Wan Chai com o the peak.

O dia começou cedo para chegarmos no templo ten thousand, depois de 1h no metro chegamos na estação Sha Tin Station e foi super difícil de achar o caminho para o templo.

O templo além de não ser uma das principais atrações turísticas de Hong Kong fica com sua entra escondida atrás de alguns prédios de moradia. O jeito foi sair perguntando pras pessoas na rua como chegar no local.

A subida para o templo é longa (maior que do Big Buddha), mas valeu bastante! No caminho das escadas estão posicionados os buddhas pintados de dourado. Vimos alguns locais cumprimentando cada buddha ao longo de sua subida. Lá de cima a vista é legal, mas não dá pra ver muita coisa por causa da poluição.

De lá fomos o museu de história (sem custo nas quarta-feiras) que foi interessante com vários ambientes e super moderno.

Em seguida fomos no museu de ciências que fica na frente do museu de história que voltado para o público infantil e também sem custo nas quartas.

Infelizmente o museu de artes e aeroespacial estavam fechados para reforma (próximo a avenida das estrelas).

Seguimos de barca (2,5HKD) para Wan Chai e visitamos os seguintes pontos: Wanchai Market, roda gigante, bank of China (prédio tem 2 antenas seguindo o feng shui), Hong Kong Park (com uma arena olímpica), botanic Garden e zoo (aberto ao público se custo e com poucos animais), rua de bares Lan Kwai Fong (na hora que fomos não estava agitado. Mas dizem ser bem legal de noite), bairro do Soho, Hollywood road (cheio de lojas de antiguidade), templo Man Mo, western Market (em um dos prédios mais antigo da cidade é super pequeno e praticamente só vende tecido) e queen's road central com sua maior escada rolante do mundo.

Como esse lado da cidade è mais antigo existem bondinhos pelas ruas.

Seguimos para o The peak de ônibus, mas existe a opção de ir de trenzinho (com uma fila bizarra de espera).

Esse ponto é famoso pela vista de Hong Kong além de possuir 2 shopping e o museu da madame thousand. Você pode pagar para ir no terraço do the peak. É muito comum ficar cheio para se ver o sunset e o show de luzes (20h).

No The Peak Galleria existem restaurantes com comidas locais.

No dia seguinte pegaríamos um vôo e decidimos apenas fazer comprinhas de roupa de friot, pois o inverno estava chegando, e não visitar nenhum ponto distante. Algumas lojas legais são a Bossini, Giordano (tb sucesso na Coréia), Uniqlo (sucesso em toda Ásia). Assim como Sasa e Bonjour de cosméticos. E a loja de outlet da Esprit dentro do shopping da Ferry Hong Kong Terminal.

Deixamos de visitar Macau que custa 100usd para o casal pegar a barca (2h cada viagem) e também o Stanley market que é afastado, mas dizem que o caminho de ônibus é lindo. Assim como não visitamos o Discovery Bay (bairro de moradia) e a Disneyland.

Gostamos de Hong Kong e foi uma experiência válida, mas creio que visitar Seoul (Coréia do Sul) e Singapure foram bem mais interessantes - com mais atrativos para visitar.

Este foi nosso última visita na Ásia durante essa viagem. Os próximos posts serão na Europa novamente.

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