Na Turquia visitamos Istambul (4 dias) Cappadocia (3 dias), Pamukkale (1 dia), Ephesus (1 dia) e Ismir (1dia).
Queríamos muito ter ido para Bodrum, região de praia, mas que iremos visitar em outra viagem ao país (pois nosso seguinte ponto seria Grécia e cheia de praias).
Chegamos na Turquia de avião e pegamos um ônibus para a região de Taksim (14 liras) onde ficaríamos hospedados.
Lemos em vários lugares que
Taksim é o melhor local para ficar hospedado em Istanbul, mas tivemos nossas dúvidas, pois não era o melhor local de acesso para jr para a Hagia Sophia na região mais turística da cidade (sem ônibus e a estação de metro deixa perto da universidade e não na Hagia Sofia). Outros turistas reclamavam de ficar na região da Hagia Sophia (muito mulçumana) e achar pouco movimentada pela noite (acredito que no inverno sim, mas não em pleno verão).
De Taksim para Hagia Sophia era cerca de 1h caminhando. Acabou que a fizemos 2 vezes e parávamos em outros locais no caminho.
Para o metrô e ônibus é preciso se informar sobre os passes, pois é preciso também comprar um cartão além das viagens (metrô é um chaveirinho).
Em 2 ocasiões pegamos ônibus uma para ir nas muralha da cidade e demos 5 lyras e o motorista não nos deu troco... Depois descobrimos que motorista de ônibus não vende ticket e ele embolsou o dinheiro e em outra vez voltando do Yıldız Palace o motorista nos deixou entrar sem pagar. Tudo confuso e não entendemos até agora como funciona.
No primeiro dia tivemos uma surpresa nosso Hostel não tinha ar condicionado conforme anunciado no booking, então trocamos no dia seguinte para o Bella Vista Hostel que foi tudo bem ao longo dos dias e custou 32€ a noite o quarto de casal com banheiro compartilhado, mas sem café da manhã.
Passamos 4 dias em Istambul, apesar de existir muitas atrações acredito que apenas 2 dias dá para conhecer muita coisa na cidade.
Compramos o Istambul Card 85 lyras para 3 dias que não vale a pena, pois não incluía a Cisterna da basílica e nem o palácio Dolmabahçe e nem a torre Galata. Apesar de termos ido em todas as outras atrações como a Hagia Sophia, Topkapi Palace Museum e museu de arqueologia (em reforma e não valeu entrar), museu de mosaico, Chora Museum (igreja em reforma e não valeu entrar) e entre outros.
O que fiquei mais bolada é que existia um passe para a Turquia por 135 lyras por 15 dias que não servia apenas para Istanbul e que cobria atrações na Cappadocia, Park kamukalle e Ephesus. Mas não vimos isso anunciado em nenhum local em Istanbul e nem nosso Hostel soube informar. Tarde demais, mas valeria pesquisar sobre o assunto em outra viagem.
Outras atrações que em Istanbul foram: Arasta Bazaar, Sultan Ahmed Mosque, Sultan Ahmet Parkı, Corlulu Ali Pasa Courtyard, universidade de Istambul, Büyük Saray, Mısır Çarşısı (bazar de especiarias), Yeni Cami, ponte Galata (cheia de restaurantes e com o sanduíche de peixe muito bom), andar de Galata (bairro hippie) até a praça de Taksin pela rua de pedestres Istiklal (cheia de galerias e lojas de marca).
Descobrimos que o free walking tour de Istanbul não existe perguntamos para pessoas sinalizadas na rua como apoio ao turista e todos responderam que nunca viram o walking tour e que é um perfil falso na internet.
Optamos por não visitar a Ilha Princesa que possui praias e você pode andar de charrete pelas ruas do local.
Saindo de Istanbul tínhamos um vôo muito cedo para a Cappadocia e as 3h da manhã andamos do nosso Hostel para o ponto de ônibus. Surpreendentemente as ruas estavam lotadas (principalmente de homens e travestis) e com trânsito.
Chegamos ainda pela manhã na Cappadocia e nos hospedamos na Elite Stone house (40€ a noite) em Goreme.
Cappadocia é conhecida por hospedagens em formato de caverna e adorei a experiência e recomendo. nosso quarto não era exatamente uma caverna, mas era todo feito de pedra.
Tomamos café da manhã no próprio hotel por 10 lyras e fomos visitar a região. Fomos no museu a céu aberto (20lyras + 10 lyras para entrar na igreja escura) que mostra muitas igrejas do local - algumas inclusive dedicada a são Jorge que nasceu na região da cappadocia, e também mostra como eram as casas da região em 300/400 depois de Cristo.
A igreja escura é a igreja bizantina mais bem conservada em Turquia, apesar de micro tenho que reconhecer que é a que se conseguia melhor ver as pinturas nas paredes.
Saindo do museu ainda é possível visitar outra igreja fora do museu.
Nesse dia fechamos os tours que iríamos fazer nos próximos 2 dias o passeio de balão e o tour verde. E fomos na piscina do hotel parceiro.
No dia seguinte acordamos 3h da manhã e fizemos passeio de balão que durou 2h, pois sem vento o piloto que era português teve dificuldades de pousar sem vento. Adoramos pq a vista do valle Rosa era linda e não dava pra se cansar. O passeio inclui café da manhã, o vôo de 1h e comemoração com champagne, além do transporte de ida e volta do hotel. Custou 120€ cada. Também conhecemos pessoas super interessantes no passeio que chegamos até a trocar contatos, nossos novos amigos eram indianos e portugueses.
Depois fomos fazer as trilhas pela região que foram as trilhas azul pelo Pigeon Valley (1h) e as trilhas verdes pelo vale do amor, que se inicia no fim da trilha azul, mais 2h. Voltamos para o hotel, pois no horário de 13h as 16h é muito difícil de andar na rua. No por do sol fizemos a trilha vermelha, a mais famosa, pelo Red Valley que foi de tirar o fôlego. Esse dia foi super cansativo mas valeu a pena.
No dia acordamos bem cedo (5h30) para ver os balões subindo no céu. Mais tarde, mas ainda pela manhã iniciamos o tour verde que era pelo canyon da Cappadocia, visitava o mosteiro, almoçamos comida típica, visitava a caverna Kaymakli (onde os católicos moravam escondidos), uma loja de pedras preciosas (surpresa na hora, pois não fazia parte do tour, mas eles deviam ter alguma comissão) e ver o Pigeon Valley de cima. Ali é comum as pessoas tirarem fotos com árvores cheias de olho turco que as lojinhas de souvenir fazem.
Não amamos muito o passeio, pois a visita no canyon foi muito rápida (fugimos do guia para conhecer a igreja de sao jorge) e a comida estava muito ruim (local cheio de moscas e mosquitos). Mas ainda foi melhor fazer desta forma, pois sem carro não teríamos conseguido ir na caverna e Canyon no mesmo dia. Acho importante cotar um carro para visitar a região, pois sem ele não é possível fazer muitos passeios (existia outras 2 cavernas que também podiam ser visitadas).
Após o passeio jantamos perto da estação de trem, onde experimentei o kebab em pote de cerâmica (muito famoso no local) e depois pegamos um ônibus noturno para o park Pamukkale.
O ônibus custou 55 lyras e lemos muitos comentários antes de comprar, mas mesmo assim não foi nada do que esperávamos. O ar do ônibus não funcionava, a mídia disponível era toda em turco (todos os filmes dublados em turco e sem opção de legenda), as paradas eram muito longas cerca de 1h e a equipe do ônibus não falava uma palavra de inglês.
Depois de trocar de ônibus para chegarmos em Pamukkale colocamos nossas malas em uma das agências que vendia ticket para ônibus e fomos para o park que abria 8h (mas chegamos 6h).
Fomos uns dos primeiros a entrar no Park e fomos pela entrada ao lado da piscina/club que fica fora do Park. O park custou 30 lyras e podíamos pagar custos adicionais para ir no museu ou na piscina termal dentro do Park.
Foi sensacional subir o paredão branco do Park. No local de banho não se pode usar sapatos e a água ao longo do dia vai ficando quentinha e muita gente aproveita pra tomar banho de lama branca. Mas só pude entrar na água depois de encontrar um banheiro, pois tinha que me trocar e colocar um bikini - foi coisa difícil de se achar no Park e são muito poucos.
Ainda no Park existem ruínas de uma cidade abandonada devido aos inúmeros terremotos, com um teatro e uma Ágora para serem visitados.
Optamos por não nadar nas águas termais que são rodeadas por bares e achamos o local confuso, pois estava muito cheio. Mas para beber as águas termais não tem custo é só ir em uma bombinha perto da piscina e encher sua garrafinha. Dizem que essas água fazer milagre e quem tem problemas digestivos ou cardíacos deve bebê-las. Achei a água com sabor de refrigerante de tutti frut... Gostosinha.
Depois de conhecer tudo no Park voltamos para o paredão branco, mas como já era 13h estava lotado aproveitamos as águas só mais um pouquinho.
Saindo do park pegamos uma van (após pegar as malas) para a estação de trem e fomos para Selçuk. Na Van o Vinicius conversando com uma senhora descobriu que perto ao Pamukkale existe uma fonte de águas termais vermelhas que valem ser visitadas. Quem sabe em outra viagem...
Chegamos em Selçuk de trem (custo em torno de 20 lyras) nesta cidade fica a cidade antiga Ephesus que também foi abandonada após terremotos. Pela noite comemos esfirras gigantes pelas ruelas locais (uma cidade super bonitinha) e a mesquita İsa Bey Mosque.
No dia seguinte visitamos Ephesus (ônibus 2,5 lyras e entrada 30 lyras com direto a basílica de são João e o castelo Selçuk).
Adorei conhecer Ephesus muito melhor conservado que muita ruína na Grécia (local que visitamos em seguida). O passeio durou cerca de 3h e visitamos o teatro, a biblioteca, Agora, estátua da deusa Nike, banheiro público e outros lugares. Todo mundo adora tirar foto das privadas do banheiro público.
Depois pegamos um ônibus para a praia na ideia de nos resfrescarmos, mas a praia não era muito bonita com uma água super escura (cor de coca-cola) e com um pouco de lixo no local.
Voltamos de ônibus para a cidade e fomos na basílica de são João e castelo que ficam no mesmo local. Nas ruinas da basílica está o túmulo de são João (nos impressionados ao saber que ele viveu 100 anos). O castelo não é muito grande, mas é legal ver uma fortificação do império bizantino, foi o primeiro castelo que vi com uma mesquita dentro.
Optamos por não conhecer a casa de Maria, pois para o local não existem ônibus e teríamos que fretar um táxi que disseram que custaria cerca de 60 lyras. Maria acompanhou São João quando ele se mudou para Turquia em exilo.
No final da tarde pegamos um trem para Ismir.
Ismir não é uma cidade muito turística, mas entre as cidades que passamos era a que possuía os melhores preços para realizar comprinhas. Com um souk (Kemeraltı Çarşısı) e muitas lojas gigantes de vestidos de festa (não vi o preço, mas deve ser barato comprar um vestido de noiva dada a quantidade de lojas existentes). Ainda na cidade vale visitar o Konak Pier, andar pela orla até a Agora, visitar a Hisar Mosque na Praça da torre do relógio. Ainda existe o castelo que não fomos mas também é uma opção de passeio (sem custo).
No dia seguinte conhecemos o park e pegamos o trem para o aeroporto da cidade.
O trem custa 2,5 lyras e leva apenas 30min. É bom chegar cedo no trem que apesar de ser um trajeto pequeno fica super lotado que nem Central do Brasil.
Comidas que comemos na Turquia foram: o iogurte salgado, o kebab tradicional e o kebab dentro de pote de cerâmica (experimentei e não achei tão gostoso) o queijo local, os doces de pistache - como blaklava, a esfirra de queijo e espinafre, sumit (pão que lembra o formato de um bagel), semente salgada de abóbora (vende em todos os mercados), milho torrado e castanha de natal (vendido em barraquinhas pelas cidades), burek (folhado de queijo) e em Istanbul comemos uma batata recheada com número ilimitado de toppings e ficava gigante com opções de molhos, queijos e saladas para colocar.
Para beber vale experimentar um café turco (com borra de café), iogurte vendido em toda lanchonete (é uma máquina que fica jorrando iogurte o tempo todo) e alguma cerveja local.
Uma coisa que nos impressionou foi a venda de armas na rua na ponte Galata em Istambul e nas ruas de Ismir, inclusive vimos várias armas sendo vendidas por 99 lyras que seria 120 reais.
Outra coisa que reparamos foi a quantidade de seguranças em museus dormindo, conversando, falando no celular ou jogando no celular.
Nosso próximo ponto de viagem será a Grécia!
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